Blogia

La Bitácora del Dr. Ucha

Resumen de la ponencia de la Dra. Mercedes García en III Convención de AFIDE.

Resumen de la ponencia de la Dra. Mercedes García en III Convención de AFIDE.

LAS PRESIONES PRECOMPETITIVAS EN EL DEPORTE DE ALTO RENDIMIENTO

DRA. MERCEDES GARCÍA

RESUMEN

Actualmente dado el nivel de récords existentes y el alto nivel competitivo, la diferencia entre el ganador y los demás competidores está en la capacidad para controlar las presiones externas e internas, las cuales juegan un papel primordial para mantener el equilibrio de los procesos psíquicos. El hecho de representar deportivamente al país, ganar un cupo en la selección nacional, romper una marca, entre otros factores; genera altas presiones psicológicas con diferente grado de intensidad y frecuencia, cuyas manifestaciones desencadenan emociones negativas como la ira, ansiedad, miedo y tensión psíquica que alteran la conducta del atleta e inducen a una desorganización del comportamiento, desconcentraciones, desmotivaciones. Se enfocará  los tipos, causas y naturaleza de las presiones, relacionándolo y estableciendo semejanzas y diferencias de acuerdo al coeficiente de valoración, edad, experiencia y tipo de deporte. En esta investigación se analizará sistémica y correlacionalmente la influencia de las presiones que impiden llegar a una Disposición Combativa, disminuyendo el rendimiento deportivo y la consistencia en los logros. El estudio se plantea desde una perspectiva cuantitativa y cualitativa; utilizando instrumentos psicotécnicos, cuyos indicadores, permitirán el análisis y correlación de las variables con un enfoque deductivo. El presente trabajo es de carácter relevante e innovador, la investigación se centra en deportistas practicantes de deportes de resistencia: natación, ciclismo, atletismo (pruebas de fondo); y triatlón, el abordaje de este tema constituirá un aporte substancial para la preparación psicológica de los deportistas de alto rendimiento.

 

III Convención de Actividad Física y Deporte (AFIDE) La Habana

III Convención de Actividad Física y Deporte (AFIDE) La Habana

Del 9 al 13 de noviembre de 2009. Estuvimos allí sesionando con una gran cantidad de amigos y colegas en el Palacio de Convenciones de La Habana. Cuba.

En la foto, de mi izquierda a derecha Cristina Susé Bilbao, (Cuba) Eugenio Pérez Córdoba, (España) Diego Polaní, (Italia) García Ucha, (Cuba) Mercedes García, (Ecuador) Omar Estrada, (México)

AFIDE fue un marco favorable para el intercambio de experiencias y conocimientos y un encuentro en que brilla la amistad y la concordia.

García Ucha

VII Congresso Científico Latino Americano da FIEP

VII Congresso Científico Latino Americano da FIEP

Normas para Envio de Trabalhos Científicos Ficha de Inscrição para Trabalhos Homenagem ao Prof. Dr. Manoel José Gomes Tubino Hotéis Conveniados Central de Atendimento

Eventos Paralelos

Lista dos Eventos Paralelos

Eventos Paralelos

Lista dos Eventos Paralelos

Normas para Apresentação e
Envio de Trabalhos Científicos

Data prorrogada para envio de Pôsteres e Temas Livres Orais, até o dia 27 de Novembro de 2009.
As inscrições de Artigos completos estão encerradas.

Informações para: Artigos, Pôster e Temas Livres Orais
1. Os trabalhos serão publicados em Edição Especial da Revista Científica Internacional da FIEP, de nível internacional, no Volume 80 - "FIEP BULLETIN (four Language: Edition: English, Français, Espanhol e Português)", publicada desde 1931 e enviada para 129 países, desde que cumprida as normas do Congresso. Revista com o ISSN 0256-6419. indexada ao "SPORTS Discus" e classificada pela CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), dando total credibilidade aos trabalhos nela publicada. Trabalhos classificados como Temas Livres Orais e Pôsteres/Painéis, serão publicados na Edição Especial - 1º Volume. Os Artigos que forem apresentados serão publicados na Edição Especial - 2º Volume. A FIEP também terá o direito de publicar todos os trabalhos aprovados em CD-ROM e no Boletim Virtual da FIEP.

2. A organização irá avaliar todos os trabalhos recebidos e reserva-se o direito de rejeitar aqueles considerados inadequados.

3. Local das Apresentações dos Trabalhos Científicos: no CT - Centro Tecnológico - Colégio Educação Dinâmica / UDC - União Dinâmica de Faculdades Cataratas, nos dias 17, 18 e 19 de Janeiro de 2010, em Foz do Iguaçu, Estado do Paraná.

4. As Conferências do Congresso serão realizadas no período noturno, no Hotel Bella Itália situado na av. República Argentina, 1700 - Centro de Foz do Iguaçu/PR, nos eventos paralelos.

5. Data prorrogada para envio de Pôsteres e Temas Livres Orais, dia 27 de Novembro de 2009. Data máxima para envio de trabalhos, dia 20 de Outubro de 2009. Após o dia 21 de Novembro de 2009 será divulgada a classificação completa de trabalhos aprovados no site: www.congressofiep.com que permitirá a impressão da Carta de Confirmação do Trabalho. No dia 11 de Dezembro estará disponível no site a relação das salas, dias e horários das apresentações.

6. Os trabalhos deverão ser enviados somente via Correio por sedex em DISQUETE ou CD-ROM, juntamente com 1 cópia impressa, ficha de inscrição (que poderá ser preenchida no site) e com o pagamento via cheque Nominal/Cruzado ( em nome do VII Congresso Científico da FIEP / Almir A. Gruhn), que será reembolsado caso o trabalho não seja aceito. A Organização não se responsabilizará por eventuais problemas de qualquer natureza, inclusive presença de vírus, que impeçam a abertura dos arquivos.
Obs. Importante: Não serão aceitos trabalhos, enviados por fax ou correio eletrônico; sem pagamentos e sem as devidas traduções.
ESTRANGEIROS: Deverão enviar o trabalho via correio eletrônico (trabalhosfiep@uol.com.br) e realizar o pagamento da inscrição em Janeiro/2010, na Secretaria do Congresso.

7. O arquivo do trabalho deve ser enviado no programa "Microsoft Word," letras tipo Arial 12, espaço simples. Com a seguinte formatação: Título em Negrito, com letras em Maiúscula e Justificada à esquerda, deixar espaço de uma linha, na linha seguinte, nome completo do(s) Autor(es) e Orientador(es) em maiúsculo, alinhados à direita, na linha abaixo o nome da Instituição, cidade, estado, País e na outra linha o "e-mail". O Orientador, quando for o caso, deverá estar nominado como último Autor. Após o fim do trabalho, após as palavras-chaves, deverá constar a Referência Bibliográfica (de acordo com as normas da ABNT - 2002). Também deverá constar o endereço completo, telefone e e-mail do Autor principal, para possível publicação na Revista. Posteres e Temas Livres Orais poderão, preferencialmente, criar o arquivo do trabalho através do sistema no site www.congressofiep.com/cientifico

8. TIPOS DE TRABALHOS:

A) ARTIGOS: Apresentação oral de 20 minutos, podendo utilizar os seguintes recursos Audiovisuais: Data-Show, Vídeo e Retroprojetor. Os artigos também serão publicados no Boletim Virtual da FIEP.
ESTRUTURA DO ARTIGO:
I - Artigo completo deverá ter de 5 a 7 laudas (incluindo tabelas, bibliografia e resumos) em Inglês e mais 5 a 7 laudas (incluindo tabelas, bibliografia e resumos) em Português; os gráficos, figuras, tabelas, quadros, fotos devem ser incluídos diretamente no texto e com qualidade de 300 dpi (formato JPEG).
II - Deverão ser enviados 4 Resumos de até 300 palavras cada, título e 3 palavras-chaves nos seguintes idiomas: Inglês, Francês, Espanhol e Português (seguindo esta ordem);
III - Além da formatação, conforme consta no ítem 7 deverá também ter a seguinte configuração de página: Superior: 2 cm, Inferior: 2 cm, Margem Direita: 1 cm e Margem Esquerda: 2 cm.;
IV - O trabalho terá que ser enviado cumprindo todos os itens, sendo que deverão ser enviadas todas as traduções em Arquivo único, seguindo a seguinte ordem: Artigo completo em Português, Artigo completo em Inglês, Título/Resumo em Inglês, Título/Resumo em Francês, Título/Resumo em Espanhol e Título/Resumo em Português.

B) PÔSTER: Apresentação de 2 horas de fixação de Pôster. Dimensões máximas do pôster/painel: 1 x 1,30m (largura x altura). ESTRUTURA DO PÔSTER: Que será publicado na Revista FIEP: Resumo de até 300 palavras em Português e mais 100 palavras como Abstract em Inglês. Nas 300 palavras em Português deverão conter: Introdução, Objetivos, Metodologias, Resultados e Conclusão, não será permitido gráficos, figuras e tabelas nos resumos.

C) TEMAS LIVRES ORAIS: São considerados trabalhos de Temas Livres Orais: estudos de casos, experiências laboratoriais, relatos de estágios, trabalhos de pesquisas, pós-graduação, Mestrado ou Doutorado. Apresentação oral de 10 minutos podendo utilizar os seguintes recursos audiovisuais: Data-show, vídeo e retro-projetor. ESTRUTURA DOS TEMAS LIVRES ORAIS: Que será publicado na Revista FIEP: Resumo de até 300 palavras em Português e mais 100 palavras como Abstract em Inglês. Nas 300 palavras em Português deverão conter: Introdução, Objetivos, Metodologias, Resultados e Conclusão, não será permitido gráficos, figuras e tabelas nos resumos.

9. Cada participante poderá inscrever-se no máximo em: ARTIGOS = 04 trabalhos, e PÔSTER / TEMAS LIVRES ORAIS = LIVRE, definindo a Área Temática de cada trabalho enviado.

10. Áreas Temáticas:
Temática 1 - Formação Profissional, Mercado de Trabalho e Capacitação em Esportes;
Temática 2 - Fisiologia: artigos estritamente de Medicina, Fisiologia do Esporte, Biomecânica, Treinamento e atuação em Saúde;
Temática 3 - Área Epistemológica e Ética: artigos de matriz sócio-cultural, referentes à História, Filosofia, Cultura e Imaginário;
Temática 4 - Educação Física: artigos vinculados ao ensino das atividades físicas e esportivas em contextos institucionais, situados em perspectiva filosófica ou diretamente didática;
Temática 5 - Grupos Especiais: artigos de destaque em questões teóricas ou práticas com segmentos específicos, Fitness, Personal, Terceira Idade e Necessidades Especiais;
Temática 6 - Lazer, Recreação e Educação Física: artigos com reflexão específicas.
Temática 7 - Fisioterapia, Nutrição, Enfermagem em geral e áreas da saúde.
Temática 8 - Outros temas.

11. Número máximo de autores, incluindo o orientador, por trabalho.

a) ARTIGOS: Até 5 (cinco) Autores, incluindo o Orientador. Todos os autores INSCRITOS terão direito a receber o certificado do Congresso Científico, 1 (um) exemplar da Revista onde o trabalho está publicado e uma pasta do evento, que serão entregues logo após a apresentação do Artigo.

b) POSTERES e TEMAS LIVRES ORAIS: Até 5 (cinco) Autores, incluindo o Orientador. Todos os Autores e Orientador(es) INSCRITOS terão direito a receber o Certificado do Congresso Científico, que será entregue logo após a apresentação do trabalho. Cada trabalho inscrito terá direito de receber 2 pastas do evento e 2 (dois) exemplares da Revista onde o trabalho está publicado. O autor que estiver inscrito em mais de um trabalho receberá somente 1 (uma) pasta do evento.

12. Critérios para análise dos artigos, serão considerados: conteúdos, simplificação, objetividade, atendimento a temática, observação das normas técnicas específicas e respaldo bibliográfico. Os trabalhos serão avaliados por pareceristas ad hoc, de cuja decisão não caberá recurso.

13. Os Casos Omissos serão resolvidos pela Comissão Científica do Congresso - CCC.; ouvida a Comissão Organizadora e o Coordenador do Congresso quando necessário, reservados os direitos de aprovar ou não, independente de justificativa apresentada pela parte interessada bem como de não publicar os trabalhos, que não cumpram as normas estabelecidas. A CCC, terá autonomia e poder decisório para resolvê-las. Também não serão aceitas quaisquer mudanças nos trabalhos já enviados.

14. Os (as) Participantes oficialmente inscritos (as) no Evento, concordam em cumprir todas as normas aqui expressas e determinações dos organizadores. Os trabalhos apresentados são de inteira responsabilidades do autor, co-autores e Orientador.

15. As Regras de Apresentação de trabalhos estabelecidas deverão ser respeitadas. A FIEP não se responsabiliza pelas opiniões expressas nos trabalhos, que serão exclusivamente do(s) Autor(es), Orientador e Instituições; bem como pelo recebimento ou não de trabalhos.

16. O autor e demais autores garante que o artigo, que não infringe qualquer direito autoral ou outro direito de propriedade de terceiros e que o trabalho será apresentado por um dos autores, durante o Congresso da FIEP, na data previamente informada. Qualquer um dos autores poderá apresentar o trabalho e também transfere os direitos autorais do artigo para publicação na Revista da FIEP (FIEP BULLETIN) E NO Boletim Virtual da FIEP.

17. INVESTIMENTO: Taxa da inscrição.
A) Temas Livres Orais e Pôster: Taxa de R$ 100,00 por trabalho aprovado.
B) Artigos: Taxa de R$ 150,00 para cada um dos Autores/Orientadores de cada trabalho aprovado.
O pagamento deverá ser enviado juntamente com o trabalho via sedex em forma de cheque Nominal/Cruzado (em nome do VII Congresso Científico da FIEP / Almir A. Gruhn), que será reembolsado caso o trabalho não seja aceito. Os cheques dos trabalhos aprovados só serão descontados após a divulgação da aprovação dos mesmos, que será publicada no site do Congresso no dia 21 de novembro.
Caso o autor opte pelo parcelamento do pagamento de inscrição, em até 2 vezes, TODOS os cheques deverão ser enviados juntamente com o trabalho, com as datas 21/11/2009 e 21/12/2009.

18. COMISSÃO CIENTIFICA DO CONGRESSO:
Prof. Dr. Almir Liberato (AM); Prof. Dr. Ary Gomes Filho (RJ); Prof. Dr. Ângelo Vargas (RJ); Prof. Dr. Jorge Diaz Otañez (Argentina); Prof. Dr. Amauri Aparecido Bassoli de Oliveira (PR); Prof. Dr. Arnaldo Tenório da Cunha Junior(MT); Prof. Dr. Eduardo Peres Garcia (Espanha); Prof. Dr. Estélio Henrique Martins Dantas (RJ); Prof. Erik Giuseppe Barbosa Pereira - UFRJ; Profª Drª Fátima Palha - EEFD/UFRJ; Prof Dr Fernando Policarpo - CEAF - R9; Prof. Dr. Gilson de Vasconcelos Torres -UFRN; Prof. Dr. João Batista Andreotti Gomes Tojal (SP); Prof. Dr. José Fernandes Filho (RJ); Prof. Dr. Laércio Elias Pereira (SP); Prof. Drª Maria Teresa Cauduro

La Société Française de Psychologie du Sport

La Société Française de Psychologie du Sport, le Centre de Recherche et d'Innovation sur le Sport : CRIS (EA 647), l'UFR STAPS, Université de Lyon,

Qu'est-ce que la SFPS ?

La société Française de Psychologie du Sport (SFPS) organise, suscite et diffuse des travaux dans le domaine de la psychologie du sport au moyen de Colloques, Publications et Réunions Scientifiques.
La société Française de Psychologie du Sport (SFPS) contribue à élaborer des formations, à définir la spécificité du psychologue du sport et à préciser l'éthique et la déontologie de l'intervention.
La société Française de Psychologie du Sport (SFPS) regroupe des praticiens, enseignants, chercheurs et tous les intervenants de la psychologie du sport.

Historique de la SFPS

La psychologie du Sport de l'après guerre à nos jours en France

La naissance de la psychologie du sport en France et en Europe se fait à la suite de la seconde guerre mondiale. Dans le but d'élever sensiblement le niveau des performances des sportifs et des équipes, on commence à rechercher des méthodes d'entraînement rationnelles. Ceci se traduit dans un premier temps par la présence des médecins sur les terrains de sports et par des avancée de connaissances dans le domaine biologique. L'amélioration des performances se fait donc tout d'abord sous l'angle physiologique. Les médecins vont ensuite prendre conscience de l'importance des facteurs psychologiques et vont solliciter l'appui des psychologues.

C'est en 1965 qu'a lieu à Rome le premier Congrès Mondial de Psychologie du Sport. Il est organisé la Fédération Italienne de Médecine du Sport. A l'issue de ce congrès sera crée l'ISSP (International Society of Sport Psychology) dont le premier président, le Dr Ferruccio est psychiatre.

En 1967, deux ans après ce premier congrès mondial de psychologie du Sport se crée en France la SFPS (qui veut alors dire Société Française de Psychologie des Sports) qui aura comme premier Président le Pr. Sivadon qui est également psychiatre. Sur le même schéma logique, en 1969, se crée en Europe la FEPSAC (Fédération Européenne de Psychologie des Sports et des Activités Corporelles) dont le premier président est G. Schilling (Suisse).

En 1973, la SFPS se transforme pour devenir SFPSEC (Société Française de Psychologie du Sport et de l'Education Corporelle) dont le premier président sera Georges Rioux, Pr. de Psychologie à l'Université de Tours. G. Rioux est considéré par beaucoup comme le véritable fondateur de la psychologie du sport en France. La SFPSEC est affiliée à l' ISSP et organise des journées d'étude et des colloques internationaux.

Dans le but de simplifier sa dénomination, en 1990, elle reprend son acronyme SFPS (Société Française de Psychologie du Sport) et organise sont premier congrès constitutif. Son premier président est J. Bilard de l'Université Montpellier I. Elle est alors organisée sous sa forme actuelle : affiliée à la SFP (Société Française de Psychologie) et à la FEPSAC. Elle organise des journées d'études annuelles et un congrès tous les 3 ans.

Moments Forts de la nouvelle période

Parmi les actions effectuées au cours de cette nouvelle période démarrée en 1990, il y a en particulier un intérêt grandissant pour la dimension déontologique de l'intervention en psychologie du sport. Cela s'est traduit en 1998, à Poitiers, par l'établissement d'une charte de l'intervention en psychologie du sport. En 2001, à Toulouse, les statuts de l'association ont également été modifiés afin de permettre la création d'un comité d'accréditation dans la perspective de clarifier le statut de l'intervenant en psychologie du sport (psychologue et non-psychologue). Pour plus de détails, voir la rubrique Accréditation de ce site. Accréditation

Thomas, R. (1987). La psychologie du sport de haut niveau. Paris : PUF.
Thomas, R. (2002). Psychologie du sport. Paris : PUF, coll. Que sais-je ?

Auteur : Benjamin PATY (25/02/2007) sur la base d'un cours de Christophe GERNIGON, Université de Montpellier.

http://www.psychodusport.com/

 

VIII JORNADA NACIONAL DE PSICOLOGÍA DEL DEPORTE Argentina

VIII JORNADA NACIONAL DE PSICOLOGÍA DEL DEPORTE Argentina

Modalidades de intervención en Psicología del deporte

Organizada por la ASOCIACIÓN DE PSICOLOGÍA DEL DEPORTE ARGENTINA (APDA)

Fecha: 28 de noviembre de 2009 - 9:00 a 18:30 hs.

Sede: Asociación de ex Alumnos del Colegio Nacional Buenos Aires - Moreno 590 (Buenos Aires).

Dirigido a: psicólogos, médicos deportólogos, profesores de educación física, kinesiólogos, fisioterapeutas, estudiantes, entrenadores, preparadores físicos, deportistas, periodistas, e interesados en la actividad física y el deporte.

Expositor internacional:

Dr. Dietmar Samulski

Ponentes principales:

Stephanie Hanrahan     Darío Mendelsohn

Alfredo Fenili  Pablo Nigro

Alejandra Florean          Marcelo Roffé

Carlos Giesenow            Patricia Wightman

Nelly Giscafré                  Gerry Wortelboer

Workshop Pre-Jornada

Dr. Dietmar Samulski

Motivación y automotivación en el Deporte

27 de noviembre  - 18:30 a 21:00 hs -

Asociación de ex Alumnos del Colegio Nacional Buenos Aires - Moreno 590 (Buenos Aires).

Dietmar Samulski es Licenciado en Educación Física por la Escuela Alemana del Deporte de la Universidad de Colonia, Alemania, y Licenciado en Psicología por la Universidad de Bonn, Alemania y Doctor en Psicología del Deporte por la misma Universidad de Colonia, 1985.

En la actualidad es Director del Centro de Excelencia de la Escuela de Educación Física de la UFMG  (Universidade Federal de Minas Gerais y Profesor de Psicología) en la Maestría de Educación Física y Coordinador del Laboratorio de Psicología del Deporte de la red CENESP de la Universidad Federal de Minas Gerais, UFMG, en Belo Horizonte, Brasil.

Además es Presidente de la Sociedad Mineira de Psicología del Deporte, Presidente de la Sociedad Brasileña de Psicologia del Deporte (SOBRAPE) y miembro del "Consejo Director" de la Sociedad Internacional de Psicologia del Deporte (ISSP).

Dietmar ha escrito numerosos artículos sobre psicología del deporte en revistas científicas y de divulgación, así como varios libros y capítulos de libros sobre el mismo tema. Igualmente ha participado en numerosos congresos nacionales e internacionales sobre psicología del deporte organizados por federaciones nacionales, internacionales y por el Comité Olímpico Internacional.

Dietmar ha trabajado como psicólogo con atletas de muchos deportes y tiene veinte años de experiencia en la preparación mental de deportistas de alto nivel de varios países. Es psicólogo del Comité Olímpico Brasileño (COB). Participo como Psicólogo del Deporte en dos Olimpíadas. Colaborador de la Confederación Brasileña de Tenis (CBT) y de la Confederación Sudamericana del Tenis (COSAT). Ha sido psicólogo de la selección brasileña de voleibol, de la selección brasileña femenina de balonmano y del Club Deportivo Cruzeiro. Igualmente ha sido psicólogo oficial de la delegación brasileña a los Juegos Olímpicos y Paralímpicos de Atenas. Como atleta, Dietmar fue integrante de la selección alemana de balonmano.

Durante el evento se realizará la entrega de premios del

II Concurso de Fotografía 2009 - "Cuerpo y Mente en el Deporte".

Comité Científico

Nelly Giscafré, Patricia Wightman, Carlos Giesenow, Jorge Dugo, Francisco García Ucha.

Comité Organizador

Marcelo Roffé, Alejandra Florean, Inés Rur, Pablo Nigro, Raúl Barrios.

Auspician la VIII Jornada Nacional de Psicología del Deporte:

Asociación Argentina de Traumatología del Deporte

Asociación Amateur del Deporte Universitario

Asociación Argentina de Traumatología del Deporte

Asociación de Kinesiología del Deporte

Asociación de Profesores de Educación Física del Fútbol Argentino

Asociación Sportsalut

Carrera de Psicología - Universidad Maimónides

Facultad de Psicología de la Universidad de Flores

Federación Argentina de Tiro

Fundación El Futbolista

Sociedad Sudamericana de Psicología del Esporte (SOSUPE)

Asociación de Psicología del Deporte Argentina (APDA)

Bonpland 1230 - 4899-0337 - E-mail: apda@psicodeportes.com

 

II CONGRESO INTERNACIONAL DE PSICOLOGÍA Y ENTRENAMIENTO DEPORTIVO. Mérida Yucatán.

II CONGRESO INTERNACIONAL DE PSICOLOGÍA Y ENTRENAMIENTO DEPORTIVO. Mérida Yucatán.

Convocatoria.

LA UNIVERSIDAD ANÁHUAC MAYAB EN CONJUNTO CON EL INSTITUTO DEL DEPORTE Y LA DIRECCIÓN DE EDUCACIÓN FÍSICA DEL ESTADO DE YUCATÁN LES INVITAN AL II CONGRESO INTERNACIONAL DE PSICOLOGÍA Y ENTRENAMIENTO DEPORTIVO.

I. LUGAR, FECHA Y HORA.

Se llevará a efecto del día 7 al 9 de Diciembre en el CLUB CUMBRES de 8:00 hrs. a 13:00 hrs. y de 15:00hrs. a 19:00 hrs.

II. PARTICIPANTES.

Dirigido a licenciados en psicología, educación física, entrenadores, deportistas de nivel medio superior, de licenciatura y público en general.

III. INSCRIPCIONES.

Se realizarán a partir de la emisión de la presente y hasta el miércoles 2 de diciembre; con RAÚL ALBERTO COMAS BOLIO, coordinador deportivo de la UNIVERSIDAD ANÁHUAC MAYAB y coordinador del CONDDE en la región 8 y a los teléfonos 9 424829 y al celular  9991635897

IV. PONENTES .

DR. FRANCISCO GARCÍA UCHA (CUBA)

DR. EDGARDO ROMERO FRÓMEDA (CUBA)

KOICHI CHODA WATANABE (JAPÓN Y MÉXICO)

CARMEN MORALES MUÑOZ (MÉXICO)

JUAN JOSÉ PACHO BURGOS (MÉXICO).

Prof. Carlos Briceño Alonzo.

Director de Educación Física de la Secretaría de Educación.

Dr. Porfirio Trejo Zozaya

Director del Instituto del Deporte del Estado de Yucatán.

Prof. Raúl A. Comas Bolio

Coordinador deportivo. Universidad Anáhuac Mayab.

Coordinador CONDDE Región VIII

 

LA FIGURA DELL’OPERATORE PROFESSIONALE IN PSICOLOGIA DELLO SPORT

LA FIGURA DELL’OPERATORE PROFESSIONALE IN PSICOLOGIA DELLO SPORT

Prof. Diego Polani

Presidente Nazionale Società Professionale Operatori in Psicologia dello Sport e delle Attività Motorie

Cattedra di Psicologia dello Sport Facoltà di Medicina e Chirurgia Firenze - Corso di Laurea in Scienze Motorie

Cattedra di Psicologia dello Sport Facoltà di Medicina e Chirurgia Firenze - Corso di Laurea Specialistica in Scienze e Tecnica dello Sport

 

Il problema di una reale conoscenza su ciò che può fare o non fare una determinata categoria professionale è sempre di più attuale ed importante. Spesso con determinate professioni si tende, per ignoranza popolare, ad affibbiare una serie di competenze professionali come si fosse tuttologi, cosa che da svariati anni proprio le Università con i loro ordinamenti e le società professionali specifiche stanno combattendo con forza.

Sicuramente una delle professioni più inquinate da queste confusioni di ruolo è proprio la psicologia che viene vissuta principalmente dall'utenza, in maniera errata, come una professione esclusivamente sanitaria, oppure come una professione dove chiunque, laureato in tale materia, può spaziare da un'area all'altra. Questo problema riguarda, di fatto, le fantasie, le aspettative e i pregiudizi relativi al servizio offerto.

L'idea del classico modello "medico", che riduce la prestazione dell'esperto al diagnosticare un male e proporre una ricetta che "serve per curare" il paziente, al fine di "eliminare" questo male ed ottenere una guarigione, condiziona spesso le fantasie più o meno consapevoli di chi chiede aiuto ad uno psicologo anche se in questo caso si dovrebbe fare affidamento ad uno psicoterapeuta. Questo avviene a maggior ragione negli atleti, o in coloro che ricercano un intervento per i loro atleti, che si trovano a richiedere un aiuto psicologico. Spesso la fantasia popolare è quella del modello medico ed è ancora più pericolosa perché gli atleti molte volte non hanno nessuna problematica psicopatologica e giustamente rifiutano l'idea di essere "curati" per aspetti psicologici che "non li riguardano". L'equazione in questo caso è "psicologo-medico" uguale "malato", e la conseguenza di ciò una serie di reazioni difensive con un rifiuto della figura dello psicologo dello sport. Questo modo di vedere la psicologia dello sport è purtroppo la conseguenza di un retaggio storico esclusivamente italiano, ma in parte ancora attuale, che vuole, proprio per questa forma di tuttologia opportunisticamente cavalcata da coloro che hanno una formazione esclusivamente clinica e/o medica e che vogliono entrare in questo mondo, medicalizzando qualsiasi intervento psicologico definendolo "clinico". Altre situazioni invece, vedono alcune persone immaginare assurdamente l'intervento dello psicologo come l'ultima spiaggia, prima della competizione importante, quasi fosse un "mago" con poteri non ben definiti.

Lo stesso si può notare anche nelle altre specializzazioni psicologiche. Quante volte si richiede ad uno psicologo clinico di dare indicazioni o fare formazione in ambito lavorativo, oppure in quello sportivo e/o diagnostico. Ogni professionista ha una sua specifica specializzazione post universitaria, si spera, ed è questa che dovrebbe fare fede in ambito professionale. Eppure oggi, un po' per mancanza di lavoro, un po' per ignoranza, si notano utenze (e qui prevale l'ignoranza) che richiedono competenze specifiche a chi non le ha, e crescono "professionisti" che s'improvvisano, per quanto già detto pocanzi, psicologi del lavoro, o dello sport, clinici, ecc., senza dare come conseguenza servizi realmente professionali e, come ovvia conseguenza d'immagine, riducono la nostra professione ad una sorta di carnevalata. Oggi più di prima vediamo, ad esempio, corsi di formazione professionale che trattano problemi inerenti l'assesment, la gestione risorse umane, i rapporti relazionali con i clienti interni ed esterni, che vengono trattati con la stessa modalità con cui si conducono gruppi terapeutici, creando così solo confusione anche se si rinforzano quelle fantasie "magiche" che ogni corsista spesso si ritrova a cercare per appagare suoi stati emotivi e comportamentali specifici. Ma non scordiamoci, infine, di coloro che creano, ad esempio nello sport, dei setting terapeutici con gli atleti senza di fatto gestire il loro vero problema agonistico.

E allora lo psicologo dello sport che competenze ha? Che può fare? Come lo fa? Si è in grado di capire se è bravo nel suo campo? Da che lo si può capire? In che caso si potrà dire che il suo lavoro "funziona" ed è propositivo?

Questi sono i classici interrogativi che si pongono ancora oggi atleti, allenatori e dirigenti.

Attualmente, quindi, il lavoro più importante che si dovrebbe realizzare da parte della nostra categoria è sicuramente quello di un'informazione puntuale e precisa sul ruolo dello psicologo dello sport con una proposta di obiettivi che siano e capibili e raggiungibili dall'utenza.

Nel caso in cui società sportiva, federazione o il singolo allenatore siano il "committente", dell'intervento dello psicologo dello sport sui loro atleti, dobbiamo ricordarci che spesso si trovano nella condizione di dover convincere il loro atleta che questo supporto serve, ma, di fatto, non hanno ben chiaro il tipo di prestazione che l'esperto in psicologia dello sport può offrire.

Dirò di più, nell'ambito della formazione, sia dei tecnici che dei dirigenti sportivi, sarebbe auspicabile avere uno psicologo formato in psicologia dello sport e possibilmente in alcuni casi anche in psicologia del lavoro proprio per cogliere quegli aspetti che sono di indole lavorativa in un mondo particolare come quello sportivo.

Tutto ciò oggi è raggiungibile finalmente con una formazione adeguata.

Questi aspetti sono oggi affrontati in modo più compiuto dalla Società Professionale Operatori in Psicologia dello Sport e delle Attività Motorie, che attualmente presiedo, e che è al momento l'unica società professionale in Italia e in Europa formata in base alle seguenti normative vigenti. Dal 2005, infatti, si sta discutendo in Europa (dispositivo europeo 36/2005) della riforma delle professioni. Anche se con ritardo in Italia rispetto ad altri paesi europei, la liberalizzazione professionale entra finalmente in gioco grazie al decreto attuativo che il 26 febbraio 2008 è stato varato dal ministero della giustizia, di concerto con quello delle politiche comunitarie, del relativo decreto legislativo "qualifiche" (d. Leg.206/2007), quest'ultimo appunto approvato dal consiglio dei ministri il 23 ottobre 2007; politicamente, ad oggi pare che solo l'Italia sia rimasta legata alla forma ordinistica attuale, ci si dovrà attivare per raggiungere quelle disposizioni europee che porteranno all'eliminazione degli albi professionali, così come erano anticamente concepiti (una proposta di legge è quella di sciogliere gli albi per trasformarli in Fondazioni).

Si afferma, sempre a livello europeo, che nel 2013 gli enti o le fondazioni preposti alla formazione di base saranno e rimarranno le Università, ma i titoli di specializzazione professionale (ad esempio Psicologo dello Sport) potranno essere dati a coloro che frequenteranno corsi post-universitari sia privati che universitari, riconosciuti dalle società professionali di appartenenza, proprio per evitare quel caos pseudo-fomativo attuale che vede università e strutture private, non abilitate ad una formazione professionale, creare corsi che alla fine indeboliscono l'immagine professionale di quella determinata categoria. Ciò non toglie che l'aspetto più importante della deregulation professionale si sostanzia con la certificazione professionale: chiunque potrà esercitare la libera professione, tuttavia, i singoli professionisti che lo desidereranno potranno acquisire una sorta di "bollino blu" che ne certifichi la qualità professionale e formativa anche in ambito europeo.

Gli organi preposti alla certificazione di qualità del singolo professionista sono le Associazioni di Categoria Professionali o Società Professionali di Categoria, le quali stabiliscono parametri di qualità, rispettando i dettami dell'Unione Europea, che dovranno essere rispettati dai loro soci, iscritti negli appositi registri. Tali parametri comprendono una formazione certificata, esami d'ingresso, l'aver effettuato un determinato numero di ore di formazione professionale (E.C.P., Educazione Continua Professionale) e il rispetto di un codice etico e deontologico.

La SPOPSAM, in quanto  Società non nuova, ma espressione dovuta ad aggiornamento ed adeguamento dello statuto AIPS, che, per volere del Prof. Ferruccio Antonelli, aveva già costituito il Registro Professionale nel lontano 1985, adeguandosi a tali normative si ritrova ad essere attualmente l'unica struttura rappresentata a livello nazionale da Comitati Regionali, adeguandosi tra l'altro anche alle disposizioni normative statutarie del CONI, ad avere un Codice Deontologico, ad avere un Registro Professionale già operativo.

In questa maniera i Professionisti che già operano in Campo Sportivo e che rientrano nei parametri fissati dalla Società Professionale potranno operare grazie ad un riconoscimento ufficiale che li inserisce nei rispettivi registri professionali. Coloro che non hanno tali requisiti tramite un percorso formativo riconosciuto potranno essere certificati nei rispettivi registri. I registri sono stati creati per dare la possibilità di formare in tecniche di psicologia dello sport anche quelle figure, laureate, che sotto la supervisione di uno psicologo possono effettuare alcuni interventi di base: la figura del coach. Questo per adeguarci a ciò che avviene in vari paesi del mondo, USA compresi, dove tali figure non sono inflazionate e senza regole come in Italia (si vedano i molteplici motivatori, coach o counselor senza titoli universitari e senza preparazione scientifica), ma ben definite, regolamentate, e in ogni caso con almeno un titolo di laurea adeguato.

I registri sono due: il primo, definito REGISTRO PROFESSIONALE DEGLI PSICOLOGI DELLO SPORT E DELLE ATTIVITA' MOTORIE: "Registro A-1", per gli psicologi iscritti all'ordine nel ruolo A (cinque anni di formazione universitaria) e i medici. I professionisti con l'abilitazione in psicoterapia possono:

- operare in ambito clinico e terapeutico laddove richiesto esplicitamente:

* Depressione, o altre patologie evidenziate

* Crisi da superallenamento e burnout

* Gestione dei conflitti

* Mobbing

* Problemi di salute, peso e benessere

* Accompagnamento all'abbandono sportivo

* Dolore e perdita

* Aspetti conflittuali tra sport, studio, occupazione e/o vita di famiglia;

- gestire e coordinare team di operatori professionisti in psicologia dello sport nelle varie mansioni;

- operare in tutte le attività previste dalla professione della psicologia dello sport:

* Aumento delle prestazioni e delle abilità mentali (per esempio. goal setting, imagery, confidence)

* Gestione dell'ansia e  tecniche di rilassamento

* Concentrazione e preparazione mentale

* Gestione del management sportivo

* Gestione e direzione della squadra

* Abilità di comunicazione

* Abilità sportive

* Debriefing e valutazione dei programmi

* Recupero sportivo

* Riabilitazione

* Valutazione psicologica

* Video analisi delle emozioni e delle prestazioni sportive

Quelli sempre iscritti all'interno del "Registro A-2" quindi senza l'abilitazione in psicoterapia possono invece:

- indirizzare a psicoterapeuti esperti in psicologia dello sport utenti che abbiano bisogno di un intervento clinico e terapeutico;

- gestire e coordinare team di operatori professionisti in psicologia dello sport nelle varie mansioni;

- operare in tutte le attività previste dalla professione della psicologia dello sport:

* Aumento delle prestazioni e delle abilità mentali (per esempio. goal setting, imagery, confidence)

* Gestione dell'ansia e  tecniche di rilassamento

* Concentrazione e preparazione mentale

* Gestione del management sportivo

* Gestione e direzione della squadra

* Abilità di comunicazione

* Abilità sportive

* Debriefing e valutazione dei programmi

* Recupero sportivo

* Riabilitazione

* Valutazione psicologica

* Video analisi delle emozioni e delle prestazioni sportive

Ossia fare tutto ciò che non prevede un setting clinico o terapeutico.

Il secondo, definito REGISTRO PROFESSIONALE DEI COACH DELLO SPORT E DELLE ATTIVITA' MOTORIE: "Registro B", è per coloro che hanno la laurea triennale in psicologia, e sono iscritti all'ordine nel ruolo B, e coloro che sono laureati in facoltà equipollenti e/o scienze motorie, comunque che abbiano svolto una formazione post universitaria adeguata o che comunque presentino un curriculum lavorativo adeguato da essere preso in considerazione dalla commissione didattica-scientifica.

In questo caso possono:

- lavorare in un team di operatori professionisti in psicologia dello sport coordinati da uno psicologo e/o psicoterapeuta;

- operare nelle seguenti attività previste dalla professione della psicologia dello sport, sotto la supervisione di uno psicologo iscritto nel Registro A-1:

* Aumento delle prestazioni e delle abilità mentali (per esempio. goal setting, imagery, confidence)

* Concentrazione e preparazione mentale

* Abilità di comunicazione

* Abilità sportive

* Riabilitazione

I campi di intervento in psicologia dello sport sono sicuramente variegati e molteplici e rivolti verso questa specifica utenza:

* Atleti dilettanti, di élite e professionisti

* Semplici partecipanti ad attività motorie non agonistiche

* Consulenza ed assistenza a Personal Trainer

* Allenatori, responsabili e coordinatori

* Formatori, medici ed altri ricercatori dello sport

* Giudici ed arbitri

* Artisti (per esempio. musicisti, ballerini, attori)

* Impiegati e datori di lavoro in qualsiasi occupazione interessata delle prestazioni ottimali e di eccellenza

Lo Psicologo dello Sport o il Coach hanno in definitiva il compito di valutare e assistere, senza fare psicoterapia, tutti gli utenti sportivi e motori tramite tecniche che prevedano una valutazione psicologica che possa permettere di arrivare ad una conoscenza approfondita e reale del soggetto.

Tutto ciò al fine di prevedere quelli che in gergo professionale vengono definiti punti di forza ed "aree di miglioramento in termini di abilità mentali" (U. Manili), al fine di ottimizzare quelle strategie mentali che vengono normalmente utilizzate. Ma non solo, ciò dovrà portare il soggetto ad avere obiettivi realistici, e grazie a ciò il professionista si troverà ad usare quegli strumenti e metodi secondo lui più idonei anche in funzione del profilo psicologico (pensieri, emozioni, bisogni, aspirazioni ...) precedentemente acquisito non solo con i test ma anche con i dovuti colloqui.

Lo psicologo dello sport, secondo quanto scrive Giuseppe Vercelli, è prima di tutto lo psicologo della normalità che opera a livelli eccezionali, cioè "colui in grado di servire la genialità, intesa come potenziamento di facoltà che gli individui utilizzano sempre a livelli minori".

L'operatore professionale in psicologia dello sport diventa quindi un facilitatore e mediatore dell'ottimizzazione della prestazione, laddove si operi con atleti, cercando nella normalità, e di conseguenza, abolendo quella parte esclusivamente clinica che tratta solo di patologia, al fine di esaltarla per suscitare e stimolare quelle che vengono definite intelligenza motoria e intelligenza agonistica.

E' inoltre importante ricordare che oggi, più che mai, l'intervento dell'operatore in psicologia dello sport, ad altissimo livello, dovrebbe essere indirizzato verso i tecnici al fine di operare un lavoro di consulenza sul campo. Ossia individuare le singole particolarità legate alla motivazione, all'attivazione, ecc. di ogni atleta per consigliare il tecnico di volta in volta su come relazionarsi e, quindi, indirizzare le tecniche di allenamento in funzione degli obiettivi preposti. Questo perché spesso si è notato che la cattiva performance è guidata da una sorta di leadership non positiva del tecnico nei confronti del gruppo di atleti che assorbendo la negatività inconscia del tecnico stesso arrivano a fare prestazioni non ottimali. Infine l'intervento sugli atleti, se non richiesto esplicitamente dall'atleta, potrebbe creare una sorta di rifiuto all'aiuto da un lato, oppure una psico-dipendenza dallo psicologo dall'altro.

In ogni caso la gestione dei rapporti interpersonali deve essere sviluppata ed allenata per migliorare quella competenza lavorativa chiamata relazionale che ci può permettere di essere accettati e seguiti nel nostro lavoro, ricordandosi, ad esempio nel mondo sportivo di alto livello, che noi operiamo in funzione di una richiesta e non per comparire sui media al posto dei nostri "clienti".

Per raggiungere questi risultati gli operatori in psicologia dello sport e delle attività motorie si avvalgono, quindi, di metodi scientifici validi, devono essere formati ed aggiornati professionalmente al fine di motivare le loro azioni e devono saper spiegare per quale motivo un esercizio va svolto in un determinato modo compresi gli effetti che lo stesso provocherà. Devono rispettare i limiti degli sportivi e rispondere in modo competente, serio e soprattutto franco alle domande ed ai dubbi che sorgono. Devono essere trasparenti e quindi pronti ad ammettere i loro limiti e rilevare la fonte da cui provengono le loro competenze. Devono infine avere anche una formazione culturale di base "clinica" al fine di evitare di cadere in interazioni pericolose (ad esempio le classiche triangolazioni) e per riconoscere, laddove sia presente, un'eventuale patologia da un presunto comportamento agonistico inadeguato; in questo caso è compito del professionista avvisare il committente che è il caso di far intervenire un terapeuta, ma ciò non significa che l'operatore in psicologia dello sport debba essere definito clinico.

Ricordiamoci che il nostro è un mestiere e come tale deve essere trattato, in maniera professionale riconoscendo noi stessi per primi i nostri limiti, al fine di aumentare la nostra formazione continua, senza far credere che siamo gli unici fautori di un'eventuale performance positiva ma insistendo sul fatto che non siamo "maghi" e che il nostro è un lavoro di sinergia con le altre professionalità che lavorano in aiuto ai tecnici in funzione del risultato atletico da un lato o motorio con finalità di benessere dall'altro, e non per un nostro appagamento narcisistico.

Normas para la aceptación de trabajos. Cuadernos de Psicología del Deporte.

Normas para la aceptación de trabajos. Cuadernos de Psicología del Deporte.

Cuadernos de Psicología del Deporte propone la publicación de trabajos con carácter científico que contribuyan al progreso de la Psicología del Deporte, y cuya realización siga procesos metodológicos óptimos. Propone recoger trabajos de naturaleza en un principio tanto teórica como empírica, priorizando aquellos cuyas temáticas sean de actualidad y de relevancia científica, constituyendo la interdisciplinariedad uno de los objetivos de esta revista.

Los trabajos deberán ser inéditos, no admitiéndose aquellos que haya sido publicados total o parcialmente en otros lugares, ni los que estén en proceso de publicación o haya sido presentados a otra revista para su posible publicación. Se asume la conformidad de todas las personas que figuran como autores, y la conformidad de las personas citadas como fuente de comunicación personal.

Los trabajos tendrán una extensión máxima de 25 folios, a espacio y medio, por una sola cara, con márgenes de 2 centímetros. Se ha de incluir en una primera página el título del artículo (en castellano e inglés), un resumen (en castellano y en inglés) que esté sobre las 120 palabras, así como las palabras clave que se consideren, también en ambos idiomas. También aparecerán en esta primera página el nombre de todos los autores, con sus filiaciones. La filiación comprenderá, generalmente, el departamento, la institución, la ciudad y la nación. También se señalarán las direcciones de contacto de cada autor, así como la dirección en la que se quiere que nos dirijamos en caso de necesitar alguna documentación más, o enviar las correcciones necesarias. Es importante que se incluyan tanto las direcciones postales como los teléfonos y las direcciones de correo electrónico. En el caso de que el trabajo incluya gráficas o tablas, presentarlas confeccionadas a un tamaño de cuarto de folio y en escala de grises.

Los trabajos pueden hacerse llegar a CPD tanto por correo postal como por correo electrónico, siendo recomendable utilizar las dos vías de contacto. Las direcciones para ello o para cualquier consulta, son las siguientes:

Cuadernos de Psicología del Deporte; Enrique J. Garcés de Los Fayos Ruiz; Facultad de Psicología, Edificio Luis Vives; Universidad de Murcia; 30100 Espinardo (Murcia); e-mail: garces@um.es

En un plazo máximo de 90 días se comunicará su valoración. Se devolverá el original en el caso de no ser aceptado. La aceptación definitiva implica la posibilidad de realizar las modificaciones en el trabajo que los consultores o el consejo editorial propongan. Todas las contribuciones serán revisadas anónimamente.

Todas las referencias del texto deberán aparecer dentro del apartado de referencias y viceversa. Las citas bibliográficas contenidas en el texto constarán del apellido del autor y años de publicación (ambos entre paréntesis y separados por una coma); cuando se incluyan varias citas en el mismo paréntesis, se adoptará el orden cronológico. Si el nombre del autor está incluido en el texto, se pone entre paréntesis sólo el año. Si se trata de dos autores, siempre se citan ambos. Cuando el trabajo tiene más de dos autores, se citan todos la primera vez; en las siguientes citas, se pone sólo el nombre del primero, seguido de "y cols." Y el año. En todo caso, la referencia en el listado bibliográfico debe ser completa. Para identificar trabajos del mismo autor o autores de la misma fecha, se añade al año a, b, c,...repitiendo el año. La totalidad de las referencias bibliográficas irán ordenadas alfabéticamente al final del trabajo, ateniéndose a las siguientes normativas:

Para libros: autor (apellido y coma, iníciales del nombre y punto; en caso de varios autores, se separan con punto y coma y el último con una "y"); año entre paréntesis y punto; título completo en cursiva y punto; ciudad y dos puntos y editorial.

Para capítulos de libros colectivos o actas: autor(es) (siguiendo las indicaciones antes marcadas); año entre paréntesis y punto; título del trabajo que se cita y punto; y a continuación introducido con "En", el de los directores, editores o compiladores (iníciales del nombre con un punto y apellidos), seguido entre paréntesis de dir., ed. o como. Ciudad y dos puntos y editorial; el título del libro en cursiva, y entre paréntesis la paginación del capítulo citado; luego la ciudad y la editorial.

Para revistas: autor (siguiendo las indicaciones antes marcadas); año entre paréntesis y punto; título del artículo y coma; nombre de la revista completo en cursiva y volumen también en cursiva.

Los derechos de impresión y reproducción son de CPD en el caso de aceptación del trabajo para su publicación, no rechazando ninguna petición razonable por parte del autor para obtener el permiso de reproducción de sus contribuciones. Así mismo, se entiende que las opiniones expresadas en los artículos no comprometen la opinión y política científica de CPD, siendo la responsabilidad exclusiva de los autores. Igualmente, las actividades descritas en ellos estarán de acuerdo con la normativa vigente, tanto por lo que se refiere a experimentación como en todo lo relativo a la deontología profesional. CPD podrá solicitar a los autores copias de cualquier material experimental que considere relevante.