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La Bitácora del Dr. Ucha

ESTADOS PSÍQUICOS DESFAVORÁVEIS... grafico

ESTADOS PSÍQUICOS DESFAVORÁVEIS... grafico

OS ESTADOS PSÍQUICOS DESFAVORÁVEIS NA ARBITRAGEM DE FUTEBOL DO ESTADO DE RONDÔNIA DURANTE O DESENVOLVIMENTO DE SUAS FUNÇÕES.

Autores: Jurandir Lico de Camargo

                Mauro de Almeida Branco

               Co autor: Valdeci Ambrózio do Nascimento

Instituição: Universidade Federal de Rondônia-Brasil

Fonte: Inventário de Ansiedade Estado Competitiva, validado por (Robert S. Weinberg &. Daniel Gould,(2001 apud Cardenas,2007).

ESTADOS PSÍQUICOS DESFAVORÁVEIS NA ARBITRAGEM

ESTADOS PSÍQUICOS DESFAVORÁVEIS NA ARBITRAGEM

 

OS ESTADOS PSÍQUICOS DESFAVORÁVEIS NA ARBITRAGEM DE FUTEBOL DO ESTADO DE RONDÔNIA DURANTE O DESENVOLVIMENTO DE SUAS FUNÇÕES.

Autores: Jurandir Lico de Camargo

                Mauro de Almeida Branco

               Co autor: Valdeci Ambrózio do Nascimento

Instituição: Universidade Federal de Rondônia-Brasil

Resumo

Esta pesquisa objetivou conhecer os aspectos psíquicos desfavoráveis na arbitragem de futebol do Estado de Rondônia durante o desenvolvimento de suas funções. Caracteriza-se em uma pesquisa de campo do tipo descritiva qualitativa. Para coletar os dados foi aplicado um questionário com 09 nove questões fechadas, denominado Inventário de Ansiedade Estado Competitiva, validado por (Robert S. Weinberg &. Daniel Gould,(2001 apud Cardenas,2007). Os resultados apontaram que dos árbitros entrevistados, 75% apresentaram predomínio de estado emocional ótimo, 25% predomínio do estado emocional apático, quanto ao estado febril não houve resultados expressivos, sendo utilizado como critério de análise, acima de 50 % dos itens mencionados para cada critério.    

                   Palavras-chave: Futebol, arbitragem, aspectos psíquicos desfavoráveis.

Abstract

This research objectified to know the favorable psychic aspects in the arbitration of soccer of the State of Rondônia during the development of its functions. It is characterized in a research of field of the qualitative descriptive type. To collect the pertinent data to this research, a questionnaire with 09 (nine) closed questions was applied, (Robert S. Weinberg &. Daniel Gould,(2001 apud Cardenas,2007). The results had pointed that of the interviewed arbitrators, 75% had presented predominance of excellent emotional state, 25% predominance of the apathetic emotional state, how much to the feverish state it had not resulted expressive, being used as analysis criterion, above of 50% of itens mentioned for each criterion

Key-Word: Favorable soccer, arbitration, psychic aspects.

Introdução

 Com o passar dos anos o futebol foi se tornando um esporte altamente competitivo, para tanto foi se fazendo necessário muitos investimentos em estrutura, e pessoas altamente qualificadas para atender a demanda de um esporte que a cada dia requer o que a de melhor em tecnologia e conhecimento na área da medicina esportiva, psicologia do esporte, fisiologistas, fisioterapeutas, e profissionais da área de educação física, enfim, um emaranhado de pessoas para atender a um clube ou uma seleção.

Mas isto já estava mais que previsto, dado que este esporte gera milhões para os clubes e para todos que estão envolvidos direto ou indiretamente para com os mesmos seja através da venda de jogadores, publicidade, dinheiro arrecadado nas partidas, ou seja, circula-se muito dinheiro, o que faz com que muitos clubes tenham em sua estrutura todo o tipo de aparato tecnológico, e especialista de diversas áreas da medicina esportiva possibilitando aos jogadores, técnicos auxiliares e todo o pessoal que faz parte desta equipe estar em gozo perfeito de sua saúde, podendo desempenhar de forma mais que satisfatório o seu trabalho em campo.

Contudo durante essa evolução se esqueceram que tem um personagem muito importante que faz parte deste espetáculo e que não pode ser visto como algo a parte, pois pode comprometer e muito o desempenho destas equipes em campo, que são "OS ÁRBITROS" figuras centrais em todo esporte de auto-rendimento, mas como estamos falando de futebol, enquanto os times se organizavam para proporcionar aos seus jogadores uma saúde mais perfeita possível em seus aspectos, físicos, afetivos, psíquicos e sociais, as entidades responsáveis pela arbitragem, não investiram no intuito de proporcionar aos árbitros e árbitros assistentes uma melhor estrutura no campo da medicina esportiva, pois os mesmos não tem suporte proporcionado pelas federações, e algo que pode afetar e muito o seu desempenho em campo é o fator psicológico, como será que estes, muitas das vezes pais de família, detentor de uma condição econômica baixa, viajando horas de uma cidade para outra para atender a uma demanda de um jogo de futebol, estaria apto emocionalmente para desempenhar as suas funções sem interferências internas ou externas, seja de caráter psicológico, ou, fatores como torcida, técnicos, mídia.

Até que ponto nossos árbitros estariam preparados psicologicamente para tolerar estas pressões e desenvolver de forma o mais profissional possível a sua função. Sendo assim este estudo visa analisar quais os estados psíquicos desfavoráveis na arbitragem de futebol do Estado de Rondônia, e quais técnicas se poderiam recomendar para que os estados que não estiverem compatíveis com as necessidades das funções não se torne fator de risco para o desempenho do mesmo em sua atuação.

Esta pesquisa foi de campo do tipo descritiva qualitativa. A população analisada foi composta por Árbitros e Árbitros Assistentes de futebol do município de Vilhena e Pimenta Bueno, Cacoal, Ji-Paraná, Jarú, e Porto Velho, que participaram do Campeonato Estadual de Futebol, promovido pela Federação de Futebol do Estado de Rondônia (FFER) no ano de 2007, com idade a partir de 20 anos.

A amostra foi constituída de 20 árbitros e árbitros assistentes devidamente regularizados na Federação de Futebol do Estado de Rondônia. Para coletar os dados foi aplicado um questionário com 09 nove questões fechadas, denominado Inventário de Ansiedade Estado Competitiva-, validado por (Robert S. Weinberg & Daniel Gould,(2001 apud Cardenas,2007), possibilitando aos entrevistados serem bastante precisos em suas respostas. Em relação a estados psíquicos  Eberspächer (1995) destaca duas direções de ativação:

Relaxamento: quando o atleta encontra-se muito alterado e nervoso, caracterizando assim um estado febril.

Mobilização: Quando o atleta encontra-se indiferente, compreendendo assim um estado apático.

Diante do esboço citado o mesmo apresenta as seguintes técnicas de mobilização para converter um estado febril em ótimo:

a) Mover-se lentamente ou não fazer movimento algum, concentrar-se na respiração.

b) Buscar um lugar tranqüilo.

c) Relaxar-se, induzir uma sensação agradável por meio da autoverbalização.

Já no fato de o árbitro ou árbitro assistente apresentar um estado apático recomenda-se as seguintes manobras;

•a)  Mexer-se rápido.

•b)  Concentrar-se na respiração.

•c)   Buscar um entorno excitante cheio de estímulos, por exemplo, músicas rápidas.

•d)  Usar a auto-verbalização para a ação.

No entanto estas são técnicas de pré-competição, a qual deve ser usada minutos antes da competição.

 Resultados

Dos árbitros entrevistados, 75% apresentaram predomínio de estado emocional ótimo, 25% predomínio do estado emocional apático, quanto ao estado febril não houve resultados expressivos, sendo utilizado como critério de análise, acima de 50 % dos itens  mencionados para cada critério.

Para os estados ótimos não há necessidade de se usar técnicas que melhorem o seu desempenho, pois estão em um estado que do ponto de vista psicológico, os árbitros e árbitros assistentes não serão afetados em seu desempenho em campo, mas vale a pena ressaltar que em alguns casos os resultados convergem para uma melhor análise dos mesmos, pois  alguns entrevistados como por exemplo o pesquisado nº 1 apresentou um estado de apatia de pré-competição, e 1 item no estado febril fazendo-se necessário manobras de ativação para contornar este estado desfavorável ao esporte. Outros, no entanto, mesmo tendo uma predominância apática apresentaram um item no estado febril que apesar de não ser significativo no momento pode vir futuramente a modificar o seu quadro psicológico fazendo com que um estado com predominância apática possa vir para um estado febril, e não para um estado ótimo que é o desejado, portanto, para que isso não venha a se concretizar é de suma importância que ao desenvolver as manobras de ativação se faça um trabalho com algumas manobras de relaxamento mantendo o equilíbrio psicológico, e trazendo o mesmo para um estado ótimo

Segundo Eberspächer (1995) apresenta-nos técnicas de ativação que podem converter este estado de apatia em um estado emocional ótimo dentre estas se podem recomendar:

Mexer muito rápido.

Concentração na inspiração.

Buscar um entorno excitante cheio de estímulos, tipo músicas rápidas.

Usar a autoverbalização para a ação.

Com essas técnicas os árbitros e árbitros assistentes poderão antes da competição ativar o seu estado emocional contribuindo para um bom desempenho em campo no que diz respeito ao aspecto psicológico.

Conclusão

Através da análise do inventario de (Robert S. Weinberg & Daniel Gould 2001), pode-se constatar que o quadro de árbitros da federação do estado de Rondônia encontra-se em um estado emocional ótimo no que diz respeito ao aspecto psicológico, mas alguns entrevistados, em sua minoria apresentaram um estado emocional apáticos, e outros apesar de se enquadrarem em um estado ótimo, em suas respostas apresentaram alguns critérios no estado febril ou apático, o que nos leva a responder a um dos objetivos específicos que além de fazer uma análise do quadro emocional de árbitros do Estado de Rondônia apresentar também técnicas, ou manobras para ajudar a melhorar este estado emocional se houvesse essa necessidade.

Para tanto faz-se necessário algumas técnicas de ativação ou de mobilização que segundo Eberspacher (1995), podem vir a melhorar este estado emocional e nos casos em que apesar de uma predominância ótima houve algumas respostas em critérios que podem vir a converter este estado em apático ou febril, estas técnicas os converteram em critérios ditos como ótimo evitando assim que um estado ótimo se converta em um estado febril ou apático.

Faz-se, portanto, necessário um trabalho a longo prazo, desde acompanhamento técnico, e específicos, antes, durante e após as competições   recomendando assim, a  Federação do Estado de Rondônia (FFER) juntamente com as suas entidades filiadas, Ligas e Associações que venham a elaborar projetos ou convênios com profissionais da área da psicologia, psicologia do esporte e profissionais de educação física, para que os mesmos possam fazer um acompanhamento dos estados psíquicos desfavoráveis dos árbitros e árbitros assistentes proporcionando-os assim pleno gozo de sua saúde psicológica podendo desempenhar suas funções da melhor forma possível.

É sábio também salientar que esta é uma pesquisa inédita no Estado de Rondônia, e que, no entanto, não resolverá todos os problemas pertinentes a este tema, sendo interessantes novas pesquisas voltadas para esta temática.

REFERÊNCIAS

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FEDERAÇÃO DE FUTEBOL DO ESTADO DE RONDÔNIA

FEDERAÇÃO GAÚCHA DE FUTEBOL

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SINDICATO DOS ÁRBITROS DE FUTEBOL DO ESTADO DE RONDÔNIA

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Evento sobre Fútbol Juvenil en UK

Evento sobre Fútbol Juvenil en UK

 

RESEARCHING YOUTH FOOTBALL: LOUGHBOROUGH WEDNESDAY SEPTEMBER 17TH 2008

Registration is now open for the Researching Youth Football conference at Loughborough University in September 2008.

The conference will bring together 120 of the foremost researchers, policymakers and practitioners in youth football to showcase research and exchange ideas and expertise in a multi-disciplinary event that examines youth football through the perspectives of sport policy, sociology, coaching, pedagogy, sports psychology and physiology. Plenary presentations in the morning will be followed in the afternoon by parallel streams in coaching/pedagogy and sociology/sports policy. Confirmed speakers include representatives of the FA, FIFA and Premiership Clubs - along with a health mix of academics!

The conference website is about to go live. In the meantime, you can register by completing the attached registration form (this is a simple Word document) and returning it be email, or downloading it and posting it to us. The registration is also available as hard copy on the conference flyer. Early bird registrations (£85) are available until the end of July with discounted rates (£45) for students. Our previous Researching Youth Sport conference sold out so please book sooner rather than later!

European colleagues may like to note that the conference site at Loughborough University is less than 10 minutes drive from Nottingham East Midlands airport to which there are regular flights from many European cities. Maybe you can join us!

We look forward to seeing you in Loughborough in September.

Tess Kay

Conference Chair

Dr. Tess Kay

Deputy Director, Institute of Youth Sport

School of Sport and Exercise Sciences

Loughborough University

Loughborough

Leicestershire

LE11 3TU

Partially deaf: email much preferred

SSES central office: +44 (0)1509 226302/3

Managing Editor, Leisure Studies

http://www.tandf.co.uk/journals/titles/02614367.asp

Temas en psicología del deporte. Continuación

Temas en psicología del deporte. Continuación

Temas en psicología del deporte.

Dr. Francisco García Ucha.

El tema álgido de la psicología del deporte en muchos países de Latinoamérica sigue siendo la posibilidad de encontrar un puesto de trabajo.

Por tendencia casi todos los psicólogos del deporte no pueden cubrir sus gastos ejerciendo sus labores como consecuencia de un solo trabajo y por ello deben de tener otros trabajos, en ocasiones de consultantes o en sus propios consultorios como psicoterapeutas.

Mientras que las tareas en un equipo deportivo requieren de horas de presencia, el procesamiento de una gran cantidad de datos que, también requiere tiempo, la sistematización de las experiencias.

No resulta necesario estar en todas las sesiones de entrenamiento. Sí, es bien necesario que el entrenador reciba una cuota casi diaria de información significativa acerca del desempeño psicológico de sus deportistas o del equipo.

Casi un 50% de los contratos y compromisos de trabajo no llegan a un final exitoso y consta la tendencia, igualmente de que los psicólogos hagan su trabajo sin recibir renumeración, incluso en instituciones y clubes.

A pesar de este panorama, existen una serie de recursos que pueden ser utilizados en la búsqueda de un mercado de trabajo, Lo cual no ocurre debido a que no hay un conocimiento del marketing, su aplicación y otras posibilidades que, por ejemplo dan los medios para anunciar los servicios y diversificar las propias funciones dentro del campo del deporte con productos más allá de los servicios.

El deporte en su conjunto le resulta útil, necesario y pudiéramos decir imprescindible la presencia del psicólogo para la solución de todas las contradicciones que se les presentan a los entrenadores, deportistas e instituciones deportivas.

Los servicios como psicólogo del deporte están basados en los conocimientos, habilidades competitivas profesionales y las credenciales que ha logrado el psicólogo en su práctica.

Se trata de trabajar "duro". Incluyendo actividades que permitan encuentros con los clientes potenciales.

Encontrar de forma creativa las acciones que puedan beneficiar a la comunidad donde se encuentra el psicólogo.

Jim Taylor, señala a los psicólogos del deporte, a manera de indicaciones.

No hay ningún almuerzo libre. No se sienta titulado a algo que usted no suda y se esfuerza para lograrlo.

Las metas fijas y trabajar callada y sistemáticamente hacia ellas.

Determínelo.

No tenga miedo de correr riesgos por sus decisiones, ni de ser criticado.

No se rinda nunca.

Esté seguro que usted puede representar una diferencia.

Sienta el poder de hacer realidad las cosas haciéndolas.

Usted está al cargo de su propia actitud.

Sea practicante. Sea fiel. Termine eso que usted se ha propuesto.

Tenemos una gran tarea en educar en el deporte a quienes participan en toda la diversidad de tareas y responsabilidades donde puede estar implicada la psicología del deporte.

La educación es necesaria hasta para el esclarecimiento de que se debe entenderse por psicología y por psicología del deporte. Los psicólogos del deporte no son psicólogos dedicados a la psico-patología de las personas.

El esclarecimiento de las relaciones de los factores psicológicos con las ejecuciones del deportista debe constituirse en una actividad constante de difusión ante la comunidad deportiva, hecha con gran modestia y sin significar que el éxito en el deporte debe ser referido exclusivamente a la psicología del deporte., recordemos que el deporte reclama como sistema la intervención de muchas ramas de las ciencias y hay ocasiones en que resulta de mayor importancia una de ellas.

Viéndolo desde la teoría de sistema, es más real plantear el significado de nuestra labor y no sobre dimensionado la actuación del psicólogo por encima de la labor de otros profesionales incluyendo al entrenador.

Comparto la idea de, R. Harrison, que hay un error fundamental y consiste en que se este pensando que la efectividad mayor de intervenciones de la psicología deportivas producirá una ola de interés por el mundo de los deportes para nuestros servicios.

Prosigue Harrison: ¡Si sólo éxito en el deporte fuera tan simple como una intervención psicológica eficaz! En un estudio realizado por Dan Gould y otros concluyeron que ese éxito a los niveles más altos de deporte les exige a deportistas que hagan una tonelada de esfuerzos todos los días durante muchos días. Durante años.

Lo psicológico es una pieza en un gran rompe cabeza que debe ser armado por un numero grande de piezas. Como muchas otras actividades. Esta es una pieza importante en tanto forma parte del sistema que conforman las otras piezas.

Uno de los mejores libros que he leído a lo largo del ejercicio de la psicología del deporte es el de Peter Kalrova y Juri V. Daniel, "Coach, athlete, and the sport pscyhologist", editado en 1979 por Human Kinetics Publisher Champaign Illinois ISBN 0-7727-0100-8.

Tres colosos de la psicología del deporte, que conforman uno de los pensamientos más lucidos en este tema, escriben en tres capítulos. Primero. Thomas Tutko con el capítulo "Identidad del psicólogo del deporte", después, Ogilvie "La psicología del deporte y su credibilidad profesional" y detrás, Brent S. Rushall el capítulo "Observaciones en el servicio de soporte psicológico a equipos elites en el deporte".

Ellos desarrollan las mismas ideas acerca del lugar que debe ocupar en la concepción de los psicólogos la psicología del deporte y sus relaciones con los rendimientos deportivos.

Incluyendo los riesgos de una postura en que se piense que el rendimiento tiene una relación lineal con las intervenciones psicológicas. Por su parte Orlick, en la revista Sport psychologist, también ha escrito al respecto y en mi caso no dejo de hacerlo y demostrarlo.

Trabajamos en un área donde el perfeccionamiento de la excelencia es el objetivo primario de muchos especialistas y nosotros ocupamos una franja dentro de esta zona pero no somos los únicos, lo que no es una razón tampoco para abandonar nuestra tarea, sólo reconocer que en casos muy excepcionales todo el sistema se ordena a partir de la psicología del deporte y cuando no es parte de la armonía y garantía del sistema que propicia en conjunto el resultado del deportista.

Continuara...

A imagem corporal

A imagem corporal

A imagem corporal e o % de gordura das praticantes e não praticantes de ginástica de academia dos municípios de Pimenta Bueno e Cacoal.

AUTOR: Alessandra Vidigal (aluna do Curso de Pós-graduação Lato-Sensu Ciência do Movimento Humano)

CO-AUTORES: Prof. Esp. Joéliton Elias Pereira

Eliel Soares

Instituição: Faculdade de Educação e Meio Ambiente (FAEMA)-Brasil

Resumo

O objetivo do presente estudo foi analisar a imagem corporal e o % de gordura das praticantes e não praticantes de ginástica de academia dos municípios de Pimenta Bueno e Cacoal. Participaram do estudo 114 mulheres: sendo 57 praticantes e 57 não praticantes de ginástica. Para avaliar a imagem corporal utilizou-se o Body Shape Questionnaire (BSQ) e o % de gordura utilizou-se o protocolo de Petroski (1995). Na análise dos dados pode-se observar que o % de gordura do grupo das praticantes encontrou-se na normalidade e as não praticantes encontrou-se fora da normalidade de acordo com o protocolo citado e também que ambos os grupos encontrou-se satisfeitas com sua forma e aparência física.

Palavras-chave: imagem corporal, percentual de gordura.

Introdução

A Imagem Corporal é a figura de nosso corpo que formamos em nossa mente, ou seja, o modo pelo qual o corpo se apresenta para nós mesmos ou como o vivenciamos (CORDAS, Castilho, 1994).

O corpo concretiza a existência do indivíduo. A partir dele, percebe-se, é percebido e interage-se com o mundo que o cerca. Pode-se dizer que a identidade humana é inseparável de seu substrato somático. O modo como às pessoas existem nesse substrato acaba por determinar sua forma de existir no mundo. Fronteira entre o eu e o mundo, o corpo é linguagem e comunicação (FERNANDES, 2007 apud CASTILHO, 2001).

A insatisfação com o corpo tem sido freqüentemente associada à discrepância entre a percepção e o desejo relativo a um tamanho e a uma forma corporal (ALMEIDA et al., 2005). Embora constitua objeto complexo para investigações, existem evidências de que a mídia tem influência sobre os distúrbios na esfera da alimentação e da imagem corporal, pois ao mesmo tempo em que exige corpos perfeitos, estimula práticas alimentares não saudáveis.

Em conseqüências disso, várias técnicas têm sido ampliadas e aperfeiçoadas para estimar a gordura corporal, a massa óssea e a muscular.

A gordura corporal, segundo Katch & McArdle (1996), pode ser classificada no organismo humano sob duas formas. Primeiro: "gordura essencial", que consiste na gordura armazenada internamente nos principais órgãos, intestinos, músculos e nos tecidos ricos em lipídeos localizados no sistema nervoso central, sendo esta indispensável para o funcionamento fisiológico regular do organismo. Segundo: "gordura armazenada", a qual consiste na gordura estocada no tecido adiposo, internamente cobrindo vários órgãos e em excesso na camada de gordura subcutânea.

Um dos métodos mais empregado para determinar o percentual de gordura de uma pessoa é realizado através de medidas de dobras cutâneas (NAHAS, 2001).

O presente estudo é uma pesquisa descritiva, que tem como objetivo analisar a imagem corporal e o % de gordura das praticantes e não praticantes de ginástica de academia. Devido às patologias que estão surgindo decorrentes dos padrões de beleza impostos pela sociedade, o mesmo pretende evidenciar a importância da prática de exercícios físicos na vida das pessoas na pesquisa e também de conscientizar a população estudada quanto aos benefícios dos mesmos a saúde.

Resultados

Para as temáticas estudadas de acordo com os grupos analisados, pode-se perceber que os grupos das praticantes apesar de estarem satisfeitas com sua imagem corporal, estão próximas da insatisfação leve. Já o grupo das não praticantes não houve ainda o despertar para forma física em relação a imagem de cada uma o que leva a crer que estão satisfeitas ou não se importa com a imagem corporal individual.

Em relação ao percentual de gordura as praticantes apresentaram um % de gordura dentro da normalidade e o grupo das não praticantes apresentou um percentual acima da normalidade de acordo com o protocolo utilizado na pesquisa.

Conclusão

No entanto, com a realização deste estudo identificou-se que ambos os grupos encontra-se satisfeitas com sua imagem corporal, não tendo nenhuma distorção de sua forma física e aparência, mas o grupo das praticantes apresentou uma proximidade de obter uma insatisfação leve, o que leva acreditar a procura delas as academias de ginástica, onde estão preocupadas com sua forma e aparência corporal, já em relação ao grupo das não praticantes acredita-se que elas não procuram as academias por falta de tempo e se sentirem bem de acordo com relatos das mesmas.

No caso dos resultados dos percentuais de gordura o grupo das praticantes encontra-se dentro dos padrões imposto pelo protocolo, isso significa que elas estão procurando melhorar cada vez mais com a prática de exercícios físicos, os quais são benéficos e melhora a sua auto - imagem corporal. Enquanto as não praticantes estão acima da normalidade evidenciando assim uma vida sedentária.

Observou-se que para melhorar os resultados obtidos precisa-se que as praticantes continuem desenvolvendo atividades que venham contribuir para a melhora da qualidade de vida em busca de uma promoção para a saúde e não se preocupando com uma imagem corporal proposta pela sociedade como padrão de beleza e sim consigo mesma. E levar as não praticantes a buscar a saúde através da prática constante de exercício físico e conscientizar da importância do mesmo, pois hoje em dia muitas pessoas estão preocupadas com estética e esquecem que o mais importante é o bem - estar físico, psíquico e social.

Referências

ALMEIDA, Graziela Aparecida Nogueira et al. Percepção de Tamanho e Forma Corporal de Mulheres: estudo exploratório. Maringá: Psicologia em Estudo, V.10, nº. 1, p: 27-35, 2005.

CASTILHO, Simone M. A imagem Corporal. Editora ESETec. Santo André, São Paulo: Editores Associados, p: 100, 2001.

CORDÁS TA, Castilho, S. Imagem corporal nos transtornos alimentares: instrumento de avaliação: Body Shape Questionnaire. Psiquiatria Biológica, p: 17-21, 1994.

FERNANDES, Ana Elisa Ribeiro. Avaliação da Imagem Corporal, hábitos de vida e alimentares em crianças e adolescentes de Escolas públicas e particulares de Belo Horizonte. Belo Horizonte: Dissertação apresentada ao Programa de Pós Graduação em Ciências da Saúde da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais, 2007.

KACTH, F. I.; MCARDLE, W. D. Nutrição, exercício e saúde. Rio de Janeiro: Medsi, 4ª ed., 1996.

NAHAS, M. V. Atividade física, saúde e qualidade de vida: conceitos e sugestões para um estilo de vida ativo. Londrina: Midiograf, 2ª ed., 2001.

Ajedrez y Psicología

Ajedrez y Psicología

Establecimiento del Perfil de Exigencias del Ajedrez con Entrenadores y Jugadores de Primera Fuerza

Nury María Suemy Moguel Núñez

Mérida. Yucatán. México

El ajedrez surgió hace mas de 1, 500 años y a partir de entonces, ha sufrido diversos cambios y se ha ido desarrollando en todo el mundo como deporte, como el arte que lleva en sí mismo y cada día más, la ciencia trata de desempeñar un papel importante en él.

El punto de partida fundamental para el trabajo del psicólogo con los deportistas es el establecimiento de un perfil de exigencias psicológicas que le permitan contribuir al desarrollo de las cualidades que la actividad demanda. Sin embargo, en gran parte, el trabajo de preparación que se realiza con los ajedrecistas está basado en suposiciones que los entrenadores formulan a través de sus observaciones cotidianas y de las teorías que los Grandes Maestros del ajedrez desarrollan.

En el mundo del ajedrez, las exigencias que les son propias han sido estudiadas por algunos autores a través de métodos de observación, como el es el caso de García Toledo (2003), quien insiste en la importancia de la puntualidad, porque como psiquiatra ha descubierto que su opuesto, la impuntualidad constituye un mecanismo de defensa que no contribuye al crecimiento ajedrecista. Así, si un jugador perdía la partida en un torneo, el dolor de su derrota no era tan grande porque había estado en desventaja de tiempo desde un principio. Por el contrario, si ganaba, el mérito de la victoria era considerado mayor respecto a los demás competidores por esa misma desventaja y, si empataba, tampoco había tanto descontento porque podía decirse a sí mismo que él había estado rezagado en el reloj.

Otros Maestros de ajedrez han propuesto algunas características como exigencias ajedrecistas, basándose en su experiencia docente. Entre las características mencionadas se encuentran:

  • Atención (Benítez et al., 2002; Góngora Montes, 2003).
  • Memoria (Benítez et al., 2002; Góngora Montes, 2003; Marcano, 1996).
  • Creatividad (Benítez et al., 2002).
  • Tolerancia al fracaso (Benítez et al., 2002).
  • Independencia (Benítez et al., 2002).
  • Razonamiento ajedrecístico (Benítez et al., 2002).
  • Concentración (Góngora Montes, 2003).
  • Pensamiento abstracto (Góngora Montes, 2003).
  • Imaginación (Góngora Montes, 2003; Marcano, 1996).
  • Competitividad (Góngora Montes, 2003).
  • Técnica de juego (Góngora Montes, 2003).
  • Acuciosidad (en Marcano, 1996).
  • Escudriño (Marcano, 1996).
  • Cultura del ajedrez (en Marcano, 1996).
  • Talento (Ubilava, 2003).
  • Intuición (Ubilava, 2003).
  • Experiencia (Ubilava, 2003).

Por otro lado, Justel (2002) indica que existen algunas ficciones con respecto a las exigencias del ajedrez, entre ellas, la idea de que el ajedrez es un deporte exclusivo de las personas inteligentes.

La presente investigación persiguió dos objetivos: determinar el perfil de exigencias del ajedrez y construir, a partir de él, una escala de autovaloración de la norma de exigencias para ajedrecistas.

Sujetos

Se empleó una muestra no probabilística- intencional de sujetos tipo conformada por 8 entrenadores y 17 jugadores de primera fuerza. Sin embargo, las N válidas variaron para cada uno de los instrumentos que se aplicaron debido a que no todas las personas a las que se le aplicaron realmente los contestaron. Las estadísticas para cada uno de los instrumentos son los siguientes:

Tabla 1

Características de los sujetos

 

N

Sexo

Edad

(años)

Experiencia profesional

(años)

 

H

M

Cuestionario 1

9

9

0

20 - 58

3 - 30

Cuestionario 2

10

9

1

20 - 58

3 - 30

Escala likert

9

8

1

26 - 58

6 - 30

 

Método

Se empleó el procedimiento de determinación indirecta mediante un análisis diferenciado de la actividad, desarrollando los siguientes pasos:

  • Se aplicaron 2 cuestionarios a los participantes. El primero de ellos contenía 10 preguntas abiertas, en ellas los participantes debieron responder varias cuestiones que delimitan la actividad ajedrecista (durante el entrenamiento y competencia). En el segundo, los participantes debieron mencionar las características que ellos considerasen exigencias del ajedrez y definirlas.
  • Las respuestas obtenidas en el cuestionario 1 fueron compiladas para obtener una definición de la actividad ajedrecista y se extrajeron aquellas exigencias manifiestas. Las respuestas obtenidas en el cuestionario 2 fueron compiladas de modo que no se repitieran y cerciorando que hubiese consenso entre los profesionales respecto al significado de las mismas. Se mencionaron 52 exigencias. A estas se les anexaron las exigencias reportadas en el cuestionario 1, algunas halladas en la literatura revisada y otras que, a juicio de la investigadora, podrían ser importantes y que no fueron mencionadas por los participantes. Posteriormente, todas las características de exigencia (63) fueron distribuidas al azar y se construyó con ellas una escala likert con cinco opciones de respuesta que fluctúan desde muy importante hasta no necesario y que corresponden a valores descendentes de 4 a 0.
  • La escala likert fue aplicada sólo a los 10 profesionales que contestaron la primera parte de la investigación (cuestionarios 1 y 2).
  • Las respuestas fueron sometidas a un análisis estadístico y gráfico de la distribución, tomando en consideración 4 criterios de análisis y selección:

El sesgo: aquellas características que obtuvieran un sesgo negativo > 0.600 (incluyendo aquellas cuyo límite inferior del rango de respuestas fuese > al valor 3 "importante",);

La moda: que obtuviera un valor > a 3 (importante).

La media: que obtuviera un valor  > a 3 (importante).

Resultados

Tabla 2

Análisis estadístico por exigencia

Exigencias

N

Sesgo

Rango

Media

Modas

Min

Max

  • 1. Disciplina

9

-.690

1

4

3.00

4

  • 2. Capacidad para la toma de decisiones

9

-.825

2

4

3.33

4

  • 3. Adecuado manejo del tiempo

9

.216

2

4

2.89

3

  • 4. Cálculo concreto

9

-2.146

0

4

3.11

3 y 4

  • 5. Entrenamiento constante en ajedrez

9

.000

2

4

3.00

2, 3 y 4

  • 6. Representación mental de las jugadas

9

.000

2

4

3.00

3

  • 7. Compromiso

8

-.862

1

4

2.87

3

  • 8. Salud física

9

-.857

2

3

2.67

3

  • 9. Amor por el estudio de la teoría ajedrecista

9

-1.094

0

3

2.11

3

  • 10. Retentiva

9

.857

3

4

3.33

3

  • 11. Preparación técnica

9

-.857

3

4

3.67

4

  • 12. Habilidad para manejar el estrés

9

.501

2

4

2.78

2

  • 13. Estrategia

9

-.271

3

4

3.56

4

  • 14. Astucia

9

-.108

2

4

2.89

3

  • 15. Espíritu de autosacrificio

8

-.468

0

3

1.50

2

  • 16. Golpe de vista

9

1.620

3

4

3.22

3

  • 17. Concentración

9

-1.620

3

4

3.78

4

  • 18. Resistencia

9

-.216

2

4

3.11

3

  • 19. Constancia en el estudio de la teoría ajedrecista

9

-.018

2

4

2.89

3

  • 20. Creatividad

9

-.501

2

4

3.22

4

  • 21. Equilibrio del sistema nervioso

9

-.254

2

4

3.22

3

  • 22. Pasión por el ajedrez

9

.176

1

4

2.44

2

  • 23. Razonamiento inductivo

8

-.862

1

4

2.88

3

  • 24. Capacidad de visualización espacial

9

-.107

1

4

2.67

2 y 3

  • 25. Concentración en objetivos alternos

7

-.595

1

3

2.29

2 y 3

  • 26. Paciencia

9

.606

2

4

2.67

2 y 3

  • 27. Cálculo preciso

9

-1.014

2

4

3.44

4

  • 28. Capacidad de anticipación

8

.277

2

4

2.88

2 y 3

  • 29. Motivación para alcanzar la victoria

8

-.277

2

4

3.13

3 y 4

  • 30. Cálculo

8

.644

3

4

3.38

3

  • 31. Pensamiento abstracto

9

-.966

0

4

2.56

3

  • 32. Intuición

9

.000

2

4

3.00

2, 3 y 4

  • 33. Espíritu de combatividad

9

-1.014

2

4

3.44

4

  • 34. Respeto por los contrincantes

9

.825

2

4

2.67

2

  • 35. Fortaleza del sistema nervioso

9

-.254

2

4

3.22

3

  • 36. Preparación psicológica

9

.216

2

4

2.89

3

  • 37. Razonamiento lógico deductivo

9

.857

3

4

3.33

3

  • 38. Atención

9

-1.014

2

4

3.44

4

  • 39. Control sobre las propias emociones

9

-.254

2

4

3.22

3

  • 40. Capacidad para reponerse pronto a los fracasos

9

-.501

2

4

3.22

4

  • 41. Velocidad de pensamiento

9

.018

2

4

3.11

3

  • 42. Capacidad para adaptar el plan de juego ante imprevistos

9

.857

3

4

3.33

3

  • 43. Auto confianza

9

-.216

2

4

3.11

3

  • 44. Conocimientos de la cultura del ajedrez

9

.214

1

4

2.44

2

  • 45. Experiencia de juego

9

.254

2

4

2.78

3

  • 46. Auto actualización constante de los conocimientos

9

.000

2

4

3.00

3

  • 47. Sentido ajedrecístico

8

-.644

2

3

2.63

3

  • 48. Salud emocional

9

-.254

2

4

3.22

3

  • 49. Adecuado conocimiento de las propias fortalezas y debilidades

9

-.254

2

4

3.22

3

  • 50. Puntualidad

9

-.550

2

4

2.22

2

  • 51. Modestia

9

.522

1

4

2.11

1 y 2

  • 52. Capacidad de planeación

9

-1.470

1

4

3.11

3

  • 53. Tenacidad

9

.000

2

4

3.00

3

  • 54. Preparación táctica

9

-.606

2

4

3.33

3 y 4

  • 55. Condición física

9

3.000

3

4

3.11

3

  • 56. Motivación

9

-.216

2

4

3.11

3

  • 57. Practicar algún ejercicio físico

9

.216

2

4

2.89

3

  • 58. Coeficiente intelectual por encima de la media

8

.304

0

4

1.87

2

  • 59. Deseo de superación

9

.000

2

4

3.00

2 y 4

  • 60. Metodología para el estudio

9

.000

2

4

3.00

3

  • 61. Memoria

9

.271

3

4

3.44

3

  • 62. Talento ajedrecista

9

-.857

2

3

2.67

3

  • 63. Razonamiento ajedrecista

9

-.306

2

4

3.33

3 y 4

También se realizó un análisis de X2, siento la característica "condición física" la única que resultó significativa (X2= 5.444, gl.=1, SIG. = 0.020).

El perfil quedó conformado por 18 características de exigencia: disciplina, capacidad para la toma de decisiones, cálculo concreto, retentiva, preparación técnica, estrategia, golpe de vista, concentración, cálculo preciso, cálculo, espíritu de combatividad, razonamiento lógico deductivo, atención, capacidad para adaptar el plan de juego ante imprevistos, capacidad de planeación, preparación táctica, condición física y memoria.

Discusión

Para estudios posteriores, es necesario considerar algunas cuestiones.

Las muestras son pequeñas, lo más recomendable sería obtener muestras mayores, mejor delimitadas y estableciendo criterios más definitorios de lo que constituye un profesional en el ámbito del ajedrez.

En la escala likert, se incluyeron los nombres de las características, tal como fueron mencionadas por los profesionales, pero no son muy claros y su significado puede variar según el enfoque teórico; para futuras investigaciones se recomienda elaborar una escala con definiciones operacionales.

El perfil obtenido refleja solamente las creencias de los profesionales con respecto a lo que el ajedrez demanda, son necesarias investigaciones posteriores que demuestren la relación de estas características con el desempeño ajedrecista.

Aunque uno de los objetivos era la elaboración de una escala de autovaloración, sería más recomendable llevarla a cabo sólo hasta que se realizaran las consideraciones mencionadas, en otra investigación.

Referencias bibliográficas

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García Toledo, P. (2003). El Ajedrez en el Diván. Recuperado el 6 de junio de 2003, de http://www.550m.com/usuarios/torre64/amape/amape_07_la_puntualidad.htm

Góngora Montes, B. (2003). Detección del Talento Ajedrecista. Recuperado el 6 de junio de 2003, de http://paisanodemexico.galeon.com/art04.html

Justel, D. (2002) Aportes Para Fundamentar el Ajedrez Escolar. 8vo Congreso Nacional de Profesores de Ajedrez y 1er Congreso Internacional, 49-62.

Marcano, R. (1996, 01 de septiembre). Concentración y Habilidad mental. El Universal. Recuperado el 6 de junio de 2003, de www.eluniversal.com

Ubilava, E. (2003). Entrenamiento de Élite. Recuperado el 6 de junio de 2003, de http://www.peonderey.com/secciones/entrenamiento_elite.htm

Psicólogos en los Juegos Olímpicos de Beijing 2008

Psicólogos en los Juegos Olímpicos de Beijing 2008

Karen Cogan, psicóloga del deporte, que es profesor auxiliar de psicología acompañará a los deportistas Olímpicos de USA a los Juegos Olímpicos de Beijing 2008. Ayuda a los deportistas en aprender las habilidades mentales como: relajación, imaginería, establecimiento de meta, concentración, pensamiento positivo y desarrollando rutinas de entrenamiento mental personalizado para prepararlos para la competición.

Cogan es psicóloga y es consultora de psicología del deporte certificada, después de recibir el grado de Master en el Kinesiología con salida en psicología del deporte y Ph. D. en psicología, ambos de la Universidad de California en Los Ángeles. Ella es coautora de un libro de psicología de deporte sobre medallistas de oro en Juego olímpico.

Fue gimnasta competitiva durante 10 años, incluyendo dos años mientras estaba en UCLA dónde desarrollo su interés en la psicología deportiva,

La práctica de la gimnástica la llevó a entusiasmarse en la Psicología del Deporte dada la forma en que la mente afecta la actuación de un deportista.

Saludos.

Garcia Ucha

En Cubavisión Internacional: ¡Mucho que ver!: Las carreras de velocidad en la Olimpiada del 2008.

En Cubavisión Internacional: ¡Mucho que ver!: Las carreras de velocidad en la Olimpiada del 2008.

 

http://www.cubavision.cubaweb.cu/comentarios_detalles.asp?ID=261

Saludos

Ucha