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La Bitácora del Dr. Ucha

Escuela Internacional de Educación Física y Deporte Cuba

Escuela Internacional de Educación Física y Deporte Cuba

Invitado el día 13 de enero del 2010 a impartir una conferencia sobre Psicología del deporte en nuestra Escuela Internacional de Educación Física y Deporte en La Habana Cuba.

Saludos

García Ucha

 

Nuevo sitio del amigo y colega Diego Polani.

Aparece link a continuación.

http://www.diegopolani.eu/

Saludos

Ucha

Noticia de la Federación Española de Medicina del Deporte

Estimado/a amigo/a:

La Federación Española de Medicina del Deporte tiene la satisfacción de poder presentar el apartado de la revista Archivos de Medicina del Deporte en su pagina web (www.femede.es): Revista: La revista A.M.D. (http://www.femede.es/page.php?/Publicaciones/RevistaAMD&PHPSESSID=30e5e858e0806cd7bc23006114e6bc5d).

En esta sección encontrará contenidos de gran interés:

- Buscador de palabras clave.

- Gran cantidad de artículos de la revista en formato pdf y de acceso libre.

- Abstracts de las últimas revistas.

Próximamente se irán incorporando nuevos artículos.

Esperamos que esta información sea de su interés.

Atentamente.

Gabinete de Presidencia
Federación Española de Medicina del Deporte
Tno: 948 26 77 06
Correo electrónico:
presidencia@femede.es
Página web: www.femede.es

A INFLUÊNCIA DO EXERCÍCIO FÍSICO E ESPORTE NO RENDIMENTO ACADÊMICO DAS CRIANÇAS DO ENSINO FUNDAMENTAL

A INFLUÊNCIA DO EXERCÍCIO FÍSICO E ESPORTE NO RENDIMENTO ACADÊMICO DAS CRIANÇAS DO ENSINO FUNDAMENTAL

Autor e Co. Autores: Ramón Núñez Cárdenas, Maiara Resky, Tomas Menéndez.

Instituição: Universidade Federal de Rondônia- Porto Velho- Brasil - Centro de Estudo de Esporte e Lazer (CEELA)

Resumo

Segundo VASCONCELOS (2002) são alarmantes os índices de evasão e repetência nas séries iniciais do ensino fundamental pertinentes com os setores mais pobres da população escolar. Tal motivo nos conduz a escolher este tema com o objetivo geral de investigar a influência do exercício físico e esporte no rendimento acadêmico das crianças de ensino fundamental da Escola Municipal João Afro Vieira, na Vila Princesa do Município de Porto Velho-RO. Para o desenvolvimento desta pesquisa foi utilizado o método experimental segundo COZBY (2003), conformando um grupo experimental (5 alunos) e um grupo de controle(5alunos)onde segundo a secretaria da escola são os 10 alunos que mais deficiência têm no rendimento escolar. Para o processamento estatístico foi utilizado o teste "t de student" e o teste "Z".  Ambos os testes concluem que ao umbral de significação Alfa= 0, 050 pode-se rechaçar a hipóteses nulas de igualdade das meias. Dito de outro modo, a hipótese alternativa segundo a qual Media 1< media 2 é significativa.

Introdução

Tem sido dito por diversos autores que o aspecto cognitivo se desenvolve a partir do aspecto motor (Wallon apud Dantas et. al, 1992; Cratty apud Mattos & Neira, 2000; Cagigal apud Tubino, 2002; Soler, 2003).

O Exercício Físico e Esporte, como apoio social, são baseados em teorias sociais. As atividades de lazer têm um objetivo de fortalecimento do ego através do contato social. Num mundo onde o ser humano tem ficado muito só, essas atividades têm melhorado particularmente a área emocional de pessoas da terceira idade e portadores de enfermidades físicas ou mentais. Sorensen (1994) refere à necessidade de um melhor controle nas investigações destas atividades.

Uma questão importante é a freqüência de sessões de exercícios/esportes, para que influencie a emocional idade de seus praticantes. Uma sessão de exercícios aeróbicos, por exemplo, é suficiente para a redução da ansiedade de estado (Folkins & Sime, 1981; Mihevic, 1982; Morgan, 1985). Embora possa ser mantida reduzida à ansiedade, de quatro a seis horas (Seeman, 1978) ou mais, ela volta aos níveis prévios no prazo de 24 horas (Weinberg &Gould, 1996). Assim, de acordo com Weinberg & Gould (1996), seria importante manter uma freqüência das sessões, o que impediria o surgimento de uma ansiedade crônica.

Um estudo realizado por Krauser e colegas (1993) com 2.200 adultos médios e velhos japoneses (X=60+anos), sobre a relação do estresse, apoio social, depressão e exercício, revelou que quanto maior a freqüência com que este é praticado menor é a presença de transtornos psicológicos. È igualmente ressaltado que vários agentes estressores (mas não todos) tendem a reduzir sua força na medida em que aumenta o hábito do exercício físico o que ocorre, muitas vezes, devido ao apoio social. Além do fator freqüência, segundo Morgan (1976), embora o exercício tenha beneficiado a área emocional do ser humano, com transtornos ou não, é necessário verificar a dosagem ideal, ou seja, a duração e intensidade adequadas a cada tipo de pessoa.

Os exemplos antes mencionados reafirmam a importância deste projeto para compreender melhor o exercício físico e o esporte praticado pelo ser humano, avaliando, analisando e dirigindo estas atividades através de processos psicológicos e sociais, . Assim, de um modo amplo, esses processos podem ser responsáveis pelo bem-estar das crianças durante o ensino e aprendizagem da escola. Pode apoiar o indivíduo ou o grupo com o objetivo de que as ações do ser humano possam ser aperfeiçoadas de acordo com a tarefa proposta, melhorando as demandas situacionais, contribuindo para que ele melhore sua habilidade e alcance suas metas e necessidades.

O problema da Saúde mental tem apresentado um severo agravamento na sociedade atual. Uma investigação realizada pelo Instituto Nacional de Saúde Mental America no-(Regier et al., 1984) com uma amostra de 17.000 pessoas, de cinco comunidades, utilizando como fonte de diagnóstico o Diagnostic and Statistical Manual of Mental disorders (American Psychiatric Association,1980), indicou que durante seis meses, 20% da população adulta sofreu alguma forma de transtorno mental e há uma estimativa de que 29% a 38% dos americanos podem esperar algum problema psiquiátrico significativos durante suas vidas (Regier et al., 1988). Para tratá-los são tradicionalmente usadas a psicoterapia e a medicação. A psicoterapia envolve longo tratamento e os psicoterapia e a medicação. A psicoterapia envolve longo tratamento e os psicotrópicos quase sempre apresentam efeitos colaterais, sem falar no alto custo de um tratamento psicoterápico ou medicamentoso. Desta forma, somente uma entre cinco pessoas adultas enfermas irá buscar auxílio profissional para superar aqueles problemas (Shapiro et al., 1984). Para enfrentá-los, têm sido examinados meios alternativos, entre os quais uma técnica não tradicional, o exercício físico. 

O valor do exercício para a prevenção e o tratamento da ansiedade e da depressão, segundo Burton (1964), era reconhecido pelos médicos desde o tempo de Hipócrates. Mais recentemente (Antonelli, 1974; Becker Jr., 1985; Becker Jr, 1986), o exercício e o esporte têm sido apontados como uma medida psicoprofilática.

Numa ótica inversa, alguns investigadores (Doyne et al., 1987) concluíram que a falta de exercício é um fator importante para o aparecimento de sintomas de ansiedade e de depressão.

Metodologia

O procedimento metodológico utilizado é o método experimental segundo COZBY (2003), para o desenvolvimento deste método foi conformado um grupo experimental e um grupo de controle. Também foi pedida à professora de Educação Física da escola um relatório das atividades que são feitas na suas aulas de Educação Física a fim de verificar a compatibilidade das mesmas com aquelas que são proposta por nosso projeto.

Para o desenvolvimento de nossa pesquisa utilizamos como amostragem 10 alunos do 4º ano do ensino fundamental da Escola João Afro Viera do Município de Porto velho que segundo a secretaria da escola são os que mais dificuldades têm no rendimento acadêmico. Estes dez alunos foram dividido em grupo de controle (5 alunos) e grupo experimental (5 alunos), onde para a comprovação da igualdade das duas amostras foram utilizado o teste "t student" e teste "Z". O grupo de controle fez à mesmas atividades que já vênia fazendo nas aulas de Educação Física e o grupo experimental fez as atividades proposta para esta pesquisa as quais estão expostas nos procedimentos organizacionais.

Considerando a área de interesses desse estudo, o efeito da atividade física e esporte no rendimento acadêmico dos alunos, definem-se nossos procedimentos organizacionais da seguinte maneira:

1-Para ter informação sobre o rendimento acadêmico atual dos alunos foi feito a comunicação com a secretaria docente da escola.

2- A seleção dos alunos foi feita pela direção da escola João afro Viera tendo em consideração àqueles que mais dificuldades tenham no rendimento escolar. 

3- As atividades físicas e esportivas que foram feitas pelos alunos do grupo experimental são as seguintes:

* Jogos de equilíbrio

* Jogos de Coordenação

* Jogos sensoriais

* Atividades práticas de futebol.

Estas atividades foram feitas no horário da tarde duas vezes por semana pelos bolsistas do Projeto com a supervisão do Orientador.

A realização dos jogos incluiu corridas, saltos e lançamentos de bola, o qual constitui habilidades básicas a serem desenvolvidas pelos alunos, as atividades planejadas foram encaminhadas a atingir aqueles componentes psicológicos (concentração, atenção e memória) que são fundamentais no rendimento escolar da criança.

Resultados antes da aplicação do experimento

Foi calculado as medias dos resultados acadêmicos por disciplinas do grupo de controle e experimental para verificar a situação atual das amostras antes da aplicação do experimento onde se obtive o seguinte resultado que pode ser observado na tabela 1:

Tabela 1: Resultados das medias do grupo de controle e experimental.

Grupo de controle

Medias por disciplinas ano 2006

Português

História

Ciências

Matemática

Geografia

Media Geral

 

   4.2

5.5

5.6

4.9

5.5

5.2

Grupo Experimental

Media por disciplinas

Ano 2006

Português

História

Ciência

Matemática

Geografia

Media Geral

 

4.8

5.5

5.5

5.1

5.5

5.6

Após o calculo das medias, para a comprovação da igualdade das duas amostras foram utilizado o teste "t student" e teste "Z". Onde se obtive os seguintes resultados:

Ambos os testes concluem que não existe diferença nas duas amostras. Dito de outro modo ao umbral de significação Alfa=0,050 não se podem rejeitar a hipóteses nula de igualdade das medias, sendo a diferença entre as medias não significativa. Estes resultados podem ser observados na tabela 2:

Tabela 2: Resultados da igualdade das duas amostras segundo o teste "t student" e teste "Z".

Prueba t de Student para datos independientes / prueba bilateral

Se plantea la hipótesis que las varianzas teóricas son iguales

Intervalo de confianza 95,00% de la diferencia de las medias -0,836 a 0,556

t (valor observado) -0,464

t (valor crítico) 2,306

GDL 8

p-value bilateral0,655

Alpha 0,05

Conclusion:

Al umbral de significación Alfa=0,050 no se puede rechazar la hipótesis nula de igualdad de las medias.

Dicho de otro modo, la diferencia entre las medias no es significativa.

Prueba t de Student para datos independientes / prueba bilateral:

No se plantea la hipótesis que las varianzas teóricas son iguales (método de Satterthwaite)

Intervalo de confianza 95,00% de la diferencia de las medias: 0,874 a 0,594

t (valor observado) -0,464

t (valor crítico) 2,435

GDL 6

p-value bilateral 0,659

Alpha 0,05

Conclusión:

Al umbral de significación Alfa=0,050 no se puede rechazar la hipótesis nula de igualdad de las medias.

Dicho de otro modo, la diferencia entre las medias no es significativa

Prueba t de Student para datos independientes / prueba bilateral:

No se plantea la hipótesis que las varianzas teóricas son iguales (método de Cochran-Cox)

t (valor observado)  -0,464

t (valor crítico) 2,776

GDL  4

p-value bilateral  0,667

Alpha 0,05

Conclusión:

Al umbral de significación Alfa=0,050 no se puede rechazar la hipótesis nula de igualdad de las medias.

Dicho de otro modo, la diferencia entre las medias no es significativa.

Tabla de síntesis de la prueba de Student:

Varianzas

t observado

Método

GDL

t crítico

Pr > |t|

Desiguales

-0,464

Satterthwaite

6,133

2,435

0,659

 

-0,464

Cochran-Cox

4

2,776

0,667

Iguales

-0,464

 

8

2,306

0,655

 

Prueba Z para datos independientes / prueba bilateral:

Intervalo de confianza 95,00% de la diferencia de las medias: -0,731 a 0,451

 

 

Z (valor observado)

-0,464

 

Z (valor crítico)

1,960

 

p-value bilateral

0,643

 

Alpha

0,05

Conclusion:

Al umbral de significación Alfa=0,050 no se puede rechazar la hipótesis nula de igualdad de las medias.

Dicho de otro modo, la diferencia entre las medias no es significativa.

Resultados após o experimento

O experimento foi aplicado em 2007 durante sete meses onde voltamos a calcular as medias do rendimento acadêmico por disciplinas onde se obtive os seguintes resultados que podem ser observado na tabela 3.

Tabela 3 Resultados das medias entre o grupo de controle e experimental após a aplicação do experimento.

CONTROLE

Português

História

Ciências

Matemática

Geografia

 

Aluno

1° bimestre

1° bimestre

1° bimestre

1° bimestre

1° bimestre

Médias

C1

6

6

6

6

6

6

C2

6

6

6

6

6

6

C3

6

6,5

6

6,5

6

6,2

C4

6,5

6,5

6

7,5

7

6,7

C5

6,1

6,3

6,0

6,5

6,3

6,2

 

 

 

 

 

 

 

EXPERIMENTAL

Português

História

Ciências

Matemática

Geografia

 

Aluno

1° bimestre

1° bimestre

1° bimestre

1° bimestre

1° bimestre

Médias

E1

7

6,5

7

7

7

6,9

E2

6

6

6

6,5

6,5

6,2

E3

6,5

8

8

8

8

7,7

E4

6

6

6,5

6

6,5

6,2

E5

7

6

8,5

8

8

7,5

 

6,5

6,5

7,2

7,1

7,2

6,9

 

Após o calculo das medias procedemos ao processamento estatístico de ambas as amostra para verificar a existência de diferencias significativa entre ambas as a mostra, para o qual também utilizamos o teste "t student" e teste "Z" onde através de tais resultados pode-se constatar que existe uma diferença significativa superior do grupo experimentar em relação ao grupo de controle. Esses resultados podem ser observados na tabela 4:

Tabela 4 Resultados do rendimento acadêmico após a aplicação do experimento segundo o teste "t student" e teste "Z".

Prueba t de Student para datos apareados / prueba unilateral a la izquierda:

Intervalo de confianza 95,00% de la media de las diferencias: -1,154 a -0,166

 

 

Z (valor observado)

-3,713

 

Z (valor crítico)

-1,645

 

p-value unilateral

0,000

 

Alpha

0,05

 Conclusión:

Al umbral de significación Alfa=0,050 se puede rechazar la hipótesis nula de igualdad de las medias.

Dicho de otro modo, la hipótesis alternativa según la cual Media1 < Media2 es significativa.

Conclusões

Tendo em consideração os resultados obtidos podemos concluir dizendo que existe uma influência positiva da atividade física e esporte no rendimento acadêmico das crianças de ensino fundamental da Escola João afros Viera do Município de Porto Velho. Brasil. Por tal motivo será encaminhado a esse centro de estudo os planejamentos de aulas utilizados no grupo experimental para que os mesmos possam servir de ferramentas para apoiar o rendimento acadêmico dos alunos no processo de ensino-aprendizagem na escola.

Referências Bibliográficas

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Wallon, Henri. As Origens do Pensamento na criança. São Paulo: Manole, 1989.

La activación en los deportistas

La activación en los deportistas

Ms. C. Osvaldo León Bravo

Dr. Francisco Enrique García Ucha

Un interés preeminente de los entrenadores es como lograr que el deportista o un equipo este "listo" en el momento mismo de inicio de la competencia. (Activation., de, R. B. Alderman. En su: Psychological behavior in sport, Philadelphia, Saunders, 1974) Los entrenadores han trabajado duramente en la preparación de sus deportistas pero saben que la competencia es un instante de especial significado donde todo lo realizado previamente puede cambiar de sentido. Un deportista en forma deportiva puede dejar de estar solo como resultado de un estado emocional negativo que se desencadeno durante las últimas horas previas a la competencia.

La mayoría de las tareas que preocupan al entrenador esta relacionada con el mantenimiento de la disposición a rendir de los deportistas, su motivación  y el control del estado psicológico para que puedan lograr con sus recursos físicos y psicológicos llegar al óptimo en su rendimiento.

Generalmente, el objetivo es brindar condiciones y sugerencias que capaciten al deportista para ejecutar mejor, tirar más duro, correr más rápido, sin sobre activarlo para no perturbar su ejecución.

En este punto junto a categorías como motivación, disposición, cualidades volitivas entra a desempeñar un papel determinado la activación. Esta se define por Landers como un constructo motivacional que representa el grado de intensidad del comportamiento. Ya con anterioridad Malmo lo había definido como la variabilidad que se presenta en un continuum que va desde el estado profundo de dormir a una extrema excitación. Landers, esclarece que la activación es una función de la energía responsable de estimular los recursos del organismo frente a las actividades vigorosas e intensas como son por ejemplo el entrenamiento y la competencia. Puede ser evaluado por medio de parámetros fisiológicos y psicofisiológicos. Martens pasa de un enfoque puramente fisiológico de la activación para con su acostumbrada agudeza reclamar que la activación (arousal) se trata esencialmente de la energía psíquica para apoyar o no el vigor, vitalidad e intensidad con la cual la mente funciona.

De esta forma, Martens analiza el arousal como algo más que la activación fisiológica del organismo, mostrándola como activación mental.

Se permite contemplar la activación como una categoría que incluye variables fisiológicas y psicológicas. Esta manera de enfocar el fenómeno es compartida por Sage.

García Ucha, la encauza en su tesis de doctorado formando parte de una configuración donde las relaciones entre el grado de activación mantiene una inter vinculación con la intensidad de los motivos y ambos, activación y motivos influyen en la autovaloración, el grado de aspiración y la movilización de los sistemas fisiológicos y psicológicos del organismo.

Soto, enfatiza en aclarar que la activación no se encuentra asociada a sucesos agradables ni desagradables; sino que la combinación de la activación se puede dar tanto frente a estímulos agradables como desagradables.

A nuestro modo de ver, depende del curso que tomen los impactos de la interrelación del deportista con la actividad. Su subjetividad, estado físico y otros factores que sean consecuencia del curso de la actividad.

La necesidad de brindarle una atención urgente a la ansiedad y agresividad del deportista llevó durante un periodo a poner en un segundo plano la atención a los grados de activación y no tomar en consideración la relación estrecha entre la activación y la ansiedad y la agresividad. Y desde luego como siendo efecto y causa de las mismas podía influir en los recursos para lograr ejecuciones eficaces en la competencia.

Las investigaciones desarrolladas en las últimas décadas que cuestionaron la propuesta de U invertida de Yerkes y Dodson y dieron lugar a nuevas concepciones sobre el grado de ansiedad y tensión en su relaciones con el rendimiento, haciendo complicada la comprensión del papel de la activación. Ver los trabajos de Hardy y Fazey, Jones y a Kerr. Ulteriormente, continuados por Gould, Martens, Vealey y Burton como, también por Hanin.

De esta forma, se llega a un grado de complejidad en relación con la cantidad de variables a considerar y controlar para garantizar el estado general del deportista. Los controles llevados a cabo en las investigaciones llamaron a  retomar la activación para una interpretación de las determinantes potenciales del rendimiento. Seguir el curso de la atención brindada a la activación en las teorías, por ejemplo de la zona optima de ansiedad de, Hanin, la teoría de la catástrofe de, Hardy y Fazey y finalmente la teoría de la reversión de, Kerr, que llevarán a nuevas direcciones la teoría y la metodología de la investigación de la activación, lo que constituye una necesidad actual.

Como esperan Gould y Krane, tal indagación podrá contribuir a erradicar la ambigüedad del uso del termino activación, desarrollará las condiciones necesarias para la evaluación de las relaciones entre activación y eficacia e incorporará la categoría en investigaciones futuras más complejas que permitan acorralar mejor los fenómenos psicológicos que tiene lugar en actividades criticas de entrenamiento y competencia, por ejemplo la teoría multidimensional de la ansiedad.

Las evidencias de la importancia de este constructo viene desde la obra de, Filip Genov, (mencionado por R. B. Alderman. En su: Psychological behavior in sport, Philadelphia, Saunders, 1974) estudio cuidadosamente la velocidad con la cual los levantadores de pesas se comprometen o disponen en sus pesadas tareas cuando ellos están en un estado de "disposición movilizativa" durante la competencia. El encontró que antes de un levantamiento de pesas exitoso, los deportistas pueden moverse más rápido en tareas que ante de intentos no exitoso. Por tanto, se indicó que el éxito en este deporte exigente y explosivo es dependiente de encontrar y lograr altos grados de activación antes de la ejecución. Los estudios de Genov (que comprenden un período de 10 años de investigaciones en luchadores, gimnastas, deportistas de campo y pista, pesistas y basquetbolistas) se centraron también en la atención de los deportistas durante la competencia y en el tiempo tomado antes de los esfuerzos. Una adecuada movilización (activación) se relaciona con la preparación de los deportistas, su estado mental, el grado de dificultad de la tarea, su salud general y también la cantidad de tiempo que se toman antes del esfuerzo. En 1965, él registro el tiempo que se tomó el pesista soviético L. Zhabolinsky en el Campeonato del Mundo de Teherán. Encontró que el último de los tres intentos (el más exitoso) estaba precedido por un tiempo significativamente mayor, 70 segs., en contraste con los 40 y 55 segs en los primeros dos levantamientos.

Estudios semejantes se desarrollaron en Rusia, analizando el tiempo tomado por Valery Brumel, recordista del mundo en salto alto, antes de cada intento. El tiempo entre intentos como una función del calentamiento comprometido antes o durante las competencias también fue estudiado por Genov, así como otros psicólogos del deporte en Bulgaria y Rusia.

Métodos de ajuste de los grados de activación de los deportistas:

Un número de métodos de ajuste de los grados de activación de los deportistas antes, durante o después de las competencias son desarrollados y a veces investigados por psicólogos clínicos y experimentales, psiquiatras y psicólogos interesados en los problemas de los deportistas.

Algunos métodos son vagas excursiones clínicas, con falta de metodología específicas o de evidencias experimental, mientras que otros son precisos y acompañados de investigación sustanciosa. Algunas de estas técnicas son externas o periféricas y ayudan al deportista a lograr estados variados de relajación o tensión muscular, asumiendo que su estado emocional y fisiológico subyacente será afectado. Otras técnicas se concentran en el estado mental, en los pensamientos y esquemas mentales del deportista. Otras más combinan técnicas para influenciar la periferia así como funcionamiento central del atleta.

La activación como puede manifestarse de distintas maneras, tanto a grados fisiológicos, cognitivo o motor, siendo conveniente, en cada caso, el que se detecten las respuestas concretas que permiten determinar su presencia o ausencia. Es probable que en muchas ocasiones coexistan respuestas de activación de distintos tipos, por ejemplo, fisiológicas y cognitivas, pero suele ser frecuente que una predomine sobre las otras, al menos en lo que se refiere a la experiencia subjetiva del deportista, pudiendo variar este predominio en función de los estímulos antecedentes. Así, puede ocurrir, por ejemplo, que en una situación concreta, el deportista perciba la respuesta fisiológica de sudoración en las manos como indicador de un grado de activación determinado, mientras que en otra situación inmediatamente después de cometer un error ese mismo deportista puede detectar que son determinados pensamientos auto-punitivos (respuestas cognitivas) los que indican que su activación a aumentado.

Con vista a la auto-observación y auto-evaluación que el deportista debe hacer de su propia activación, será importante, por lo tanto, que aprenda a detectar las respuestas de activación más destacadas en su caso particular, teniendo en cuenta que éstas pueden ser diferentes ante distintos estímulos.

El trabajo de crear condiciones y un "estado mental" que conlleven a una ejecución atlética máxima es difícil. El deportista parece ser activado o deprimido por variadas razones, de las cuales solo algunas pueden ser captadas por un observador.

El deportista puede poner unidos un mismo set mental que resulta de que él haya sido sobre o subactivado junto con factores externos a su esquema psicológico de pensamiento que pueden influir en cuán "arriba o abajo" el se encuentre para una confrontación dada.

Más allá de eso, el problema no consiste simplemente en excitar a los deportistas para una confrontación sino en llevarlos a grados óptimos de activación y de motivación, niveles que si son sobre pasados pueden interrumpir los patrones de movimiento fino y coordinado y además entorpecer su ejecución.

La activación general del organismo, con independencia de la forma o grado al que se manifieste, debe considerarse una respuesta relacionada con diferentes variables psicológicas frecuentemente asociadas a la actividad del deporte de competición. En general, la motivación por el resto de la competición y por la propia práctica  deportiva, y la manifestación de la ansiedad y hostilidad de la reacción de estrés, contribuyen al incremento de la activación, mientras que la falta de interés, el exceso de confianza y las repuestas más extremas del estrés, es decir, el desánimo y el agotamiento psicológico, favorecen un grado de activación más bajo.

La ansiedad conlleva activación pero la activación puede acompañar, también a otras variables como la motivación por el reto o la hostilidad. De hecho, siguiendo la sugerencia de Martens (1987), la ansiedad, como consecuencia negativa del estrés, suelen propiciar un aumento de activación negativa, mientras que la motivación por el resto de la competición y por el éxito y sus consecuencias, y la sensación positiva que acompañan a la realización de la actividad deportiva, tienden a favorecer una mayor activación positiva.

En general, la activación negativa, generada fundamentalmente por el miedo al fracaso, a su consecuencias o a la evaluación de los demás, por la incertidumbre respecto a lo que va a ocurrir o la duda en relación al propio rendimiento, por la insatisfacción y la frustración respecto a lo que ésta ocurriendo. Permite aumentar, cuantitativamente, el grado de activación general con mayor facilidad, en ocasiones, que la activación positiva, sobre todo cuando el deportista se enfrenta a tareas que tienen un menor interés para él, por ejemplo, ante competiciones consideradas fáciles, en períodos  de entrenamiento alejados de la competición, pero también conduce, mucho antes que la activación positiva a grados de activación cuantitativamente más perjudiciales.

Como veremos más adelante, ambos tipos de activación, negativa y positiva, pueden ser beneficiosos o perjudiciales para el rendimiento, por defecto o exceso, según las circunstancias concretas en las que el deportista deba rendir. Puesto que la distinción entre ambas, dependen de los  contenido  de la activación mental a grado de valoración y análisis más profundos que la actividad cognitiva habitualmente consciente, será necesario, en muchas ocasiones, profundizar hacia el conocimiento de estas cuestiones, con el fin de controlar, de manera más conveniente, una respuesta tan relacionada con el rendimiento deportivo como es la activación.

La activación óptima  

La relación entre activación del organismo y rendimiento deportivo ha sido ampliamente estudiada por los especialistas la psicología del deporte, por ejemplo Gould y Krane (1992). En general, el grado de activación parece influir sobre el rendimiento por medio de dos grandes vías: por un lado, actuando sobre el grado de tensión muscular, la movilización de energía física, la coordinación motriz u otras variables fisiológicas que pueden afectar la ejecución de los movimientos necesarios para rendir; y , por otro , incidiendo sobre la atención, el procesamiento de la información y la toma de decisiones. Con independencia del mecanismo concreto que esté actuando, parece que se puede detectar un grado de activación óptimo, que corresponde al estado de activación que, en cada caso concreto, mejor favorece el funcionamiento del deportista para rendir al máximo de sus posibilidades.

El grado óptimo de activación, podrá ser cuantitativamente diferente, en términos absolutos, entre unos deportistas y otros; y también, para un mismo deportista, según la tarea que deba afrontar y el periodo de entrenamiento - competitivo en el que se encuentren;  asimismo, podrá variar, en función del contenido Positivo o negativo  de la activación. En ocasiones, el grado óptimo corresponderá a una activación más baja, mientras que, otras veces, conllevará una activación más elevada. Lo importante, en cualquier caso, es que cada deportista conozca cual es su grado óptimo de activación en cada circunstancia y que, a partir de aquí, sepa como mantenerlo cuando este presente y como alcanzarlo cuando por defecto o exceso se encuentre ausente.

En general, cuando el grado de activación se encuentre por debajo o por encima del que se considere como grado óptimo, el rendimiento saldrá perjudicado al no encontrarse el deportista en la mejor disposición para atender y asimilar correctamente la información más relevantes, tomar la decisión más apropiadas y o ejecutar con precisión y-o con las energías suficientes sus movimientos. Cuando esto suceda, parece claro que deberá utilizar las estrategias más apropiadas para aumentar o disminuir su activación, según lo que más le convenga, hasta alcanzar el grado óptimo deseado.

Análisis conductual del grado de activación.

Considerando lo expuesto anteriormente, se puede decir que su presencia o ausencia puede estar propiciada por la influencia de distintas variables psicológicas y que cada deportista tiene un patrón de respuesta de activación característicos que puede ser diferente en función de las circunstancias habitualmente vinculadas a la presencia o ausencia de activación. Asimismo, se puede indicar, que existe un grado de activación óptimo que favorece el máximo rendimiento deportivo, que cada deportista tiene su propio grado óptimo de activación y que este podrá ser diferente en función de las tareas concretas en las que el deportista deba rendir y del momento de entrenamiento competición en el que se encuentre.

De esta manera se puede sugerir que una vez comprendida todo lo relacionado con las características de cada individuo, se debe elaborar la estrategia más eficiente para propiciar y mantener el grado de activación óptima en cada momento concreto que sea relevante, teniendo en cuenta:

Los recursos estratégicos de los que ya dispone cada deportista.

La situación de mayor riesgo que por defecto o exceso puede alterar el grado óptimo de activación ya conseguido.

Los recursos del deportista para reducir este riesgo y como controlar la situación cuando la activación óptima se altera.

Necesidad de desarrollar nuevas estrategias para el control de la activación cuando los recursos existentes no sean lo suficiente eficaces.

Todas estas cuestiones, conducen a la realización de un apropiado análisis conductual en cada caso en los que deben observarse los aspectos siguientes:

Las situaciones más relevantes en las que los deportistas, individualmente y a grado de equipo, deben rendir, prepararse para rendir o descansar (estímulos antecedentes).

La forma en la que se manifiesta la activación de los deportistas, el grado cuantitativo de la activación y el carácter positivo o negativo de ésta (respuesta de activación).

La relación funcional existente entre distintos grados de activación de los deportistas y su rendimiento en: la ejecución de tareas deportivas, la realización y seguimiento de medidas adecuadas para prepararse y la consecución del descanso físico y mental apropiados.

La observación de estos datos, por medios del análisis retrospectivos como punto de partida, el registro (observación y entrevistas) y más tarde la auto-observación. Una vez detectado el grado de activación óptima, el análisis conductual deberá centrarse en la búsqueda de recursos existentes en el repertorio personalizado de los deportistas.

La existencia de recursos útiles suficientes, conducirá, probablemente a que se busque la mejor manera para su puesta en práctica, debiéndose solucionar, en ocasiones, cuestiones relacionadas con la utilización más apropiada de estos recursos. Por el contrario la ausencia de recursos o la necesidad de completar los ya existentes, planteará la necesidad de encontrar y desarrollar estrategias eficaces, entre las que puede encontrarse técnicas de modificación de conducta aplicadas a distintos grados. Estímulo, respuestas, consecuencias, interpretación de  estímulos, valoración de respuestas y disposición psicológica.

El paso siguiente, de análisis conductual, siempre en permanente interacción con la intervención, consistirá en detectar, utilizando la metodología empleada anteriormente, las situaciones de riesgo que tendría una mayor probabilidad de alterar el grado de activación óptima una vez conseguido éste. Esta información permitirá actuar de forma preventiva, preparando la estrategia que se considere adecuada y más eficaz en cada caso. Esto requiere de una constante observación, para saber si la estrategia seleccionada es viable y se encuentra dentro del repertorio de recursos disponible, si es así, se decidirá la mejor manera de ponerla en práctica y , en caso contrario, se procederá a la búsqueda de estrategias nuevas.

Control del grado de activación en deportistas.

El control del grado de activación de los deportistas, debe basarse por lo tanto en un buen análisis conductual en permanente interacción con la intervención. El análisis funcional de la activación, teniendo en cuenta: estímulos antecedentes, respuestas de activación y consecuencias en el rendimiento y posteriormente el análisis de los recursos existentes y las necesidades que deben cubrirse, conducirá a la intervención más apropiada para el control de la activación.

La intervención puede llevarse a cabo por medio de dos grandes vías: la intervención directa y la intervención indirecta. Por ejemplo, Gorbunov (1998), mediante la intervención directa, en la que el psicólogo trabaja directamente con el deportista, cada atleta puede aprender a auto-regular su propio grado de activación por medio del dominio tanto de las estrategias que se consideren las más apropiadas, como del procedimiento más aconsejable para la aplicación eficaz y útil de la estrategia. Por otra parte, por medio de la intervención indirecta, en la que se utilizan como intermediarios a aquellas personas cercanas que con sus decisiones o acciones pueden influir en el estado psicológico de los deportistas, por muestra el entrenador.

Por lo tanto, creemos que la intervención directa como la indirecta resulta fundamental para estimular la activación en el contexto del deporte de competición, influyendo de esta manera en el rendimiento durante el entrenamiento y en la competencia.

Parte de la bibliografía consultada.

Buceta, J. M. (1992). Intervención psicológica con el equipo nacional olímpico de baloncesto femenino. Revista de psicología del deporte, 1, 2, 69-87.

Gould, D.; Krane, V. (1992). The arousal-athletic performance relationship: current status and future directional. In: T.S. Horn (ed.), Advances in Sport Psychology, Human Kinetics Publishers, Champaign, ILL.

García Ucha, F, (2005) La saga de los riesgos de la preparación psicológica de los deportistas.

http://ucha.blogia.com/2005/011501-la-saga-de-los-riesgos-en-la-preparacion-psicologica-del-deportista-para-las-com.php

García Ucha, F, (2005) Continuación...La saga de los riesgos de la preparación psicológica de los deportistas.

http://ucha.blogia.com/2005/011701-continuacion...-la-saga-de-los-riesgos-en-la-preparacion-psicologica....php

García Ucha, F. (2008) Técnicas para regular el grado de activación. http://www.psicodeportes.com/articulos/verarticulo.php?id=147 .

Hardy, L., Beattie, S., & Woodman, T. (2007). Anxiety-induced performance catastrophes: Investigating effort required as an asymmetry factor. British Journal of Psychology, 98, 15-31.

Weinberg, R; Gould, D. (1996). Fundamentos de psicología del deporte y el ejercicio físico. Barcelona: Ariel.

Arousal: Activación Fisiológica y Psicológica. http://psicologiaeneldeporte.blogspot.com/

 

Boletín Informativo de la FEPD nº17 Diciembre 2009

Boletín Informativo de la FEPD nº17 Diciembre 2009

Agradecemos a la Presidenta de la FEPD: Sara Márquez Rosa, por enviarnos la información:

El Boletín Informativo de la FEDP contiene en esta oportunidad.

TITULARES

PRESENTACIÓN

INFORME DE ACTIVIDADES

NOTICIAS

PSICOLOGÍA DEL DEPORTE: REFLEXIONES SOBRE

NUESTRA PROFESIÓN

Por Jaume Martí Mora

¿COACHING O PSICOLOGÍA EN EL DEPORTE?

Por David Peris Delcampo

ESTRATEGIAS DE AFRONTAMIENTO EN COMPETICIÓN

DEPORTIVA: ESTADO DE LA CUESTIÓN

Por Olga Molinero González

La dirección digital de acceso es:

http://www.psicologiadeporte.org/BoletinFEPD09.pdf 

Saludos

García Ucha

CHI E’ E A CHE COSA E’ UTILE LO PSICOLOGO DELLO SPORT

Prof. Diego Polani

Presidente Nazionale Società Professionale Operatori in Psicologia dello Sport e delle Attività Motorie

Cattedra di Psicologia dello Sport Facoltà di Medicina e Chirurgia Firenze - Corso di Laurea in Scienze Motorie

Cattedra di Psicologia dello Sport Facoltà di Medicina e Chirurgia Firenze - Corso di Laurea Specialistica in Scienze e Tecnica dello Sport

Il problema di una reale conoscenza su ciò che può fare o non fare una determinata categoria professionale è sempre di più attuale ed importante. Spesso con determinate professioni si tende, per ignoranza popolare, ad affibbiare una serie di competenze professionali come si fosse tuttologi, cosa che da svariati anni proprio le Università con i loro ordinamenti e le società professionali specifiche stanno combattendo con forza.

Sicuramente una delle professioni più inquinate da queste confusioni di ruolo è proprio la psicologia che viene vissuta principalmente dall'utenza, in maniera errata, come una professione esclusivamente sanitaria, oppure come una professione dove chiunque, laureato in tale materia, può spaziare da un'area all'altra. Questo problema riguarda, di fatto, le fantasie, le aspettative e i pregiudizi relativi al servizio offerto.

L'idea del classico modello "medico", che riduce la prestazione dell'esperto al diagnosticare un male e proporre una ricetta che "serve per curare" il paziente, al fine di "eliminare" questo male ed ottenere una guarigione, condiziona spesso le fantasie più o meno consapevoli di chi chiede aiuto ad uno psicologo, anche se in questo caso si dovrebbe fare affidamento ad uno psicoterapeuta. Questo avviene a maggior ragione negli atleti, o in coloro che, ricercando un intervento per i loro atleti, si trovano a richiedere un aiuto psicologico. Spesso la fantasia popolare, come già accennato, è quella del modello medico ed è ancora più pericolosa perché gli atleti molte volte non hanno nessuna problematica psicopatologica e giustamente rifiutano l'idea di essere "curati" per aspetti psicologici che "non li riguardano". L'equazione in questo caso è "psicologo-medico" uguale "malato", e la conseguenza di ciò una serie di reazioni difensive con un rifiuto della figura dello psicologo dello sport. Questo modo di vedere la psicologia dello sport è purtroppo la conseguenza di un retaggio storico esclusivamente italiano, ma in parte ancora attuale, che vuole, proprio per questa forma di tuttologia opportunisticamente cavalcata da coloro che hanno una formazione esclusivamente clinica e/o medica e che vogliono entrare in questo mondo, medicalizzando qualsiasi intervento psicologico definendolo "clinico". Altre situazioni invece, vedono alcune persone immaginare assurdamente l'intervento dello psicologo come l'ultima spiaggia, prima della competizione importante, quasi fosse un "mago" con poteri non ben definiti. In questo caso è possibile osservare casi trattati da operatori non preparati e non formati nella specifica specializzazione (o addirittura personaggi quali i motivatori, i coach o i counselor che spesso operano senza titoli universitari e senza preparazione scientifica ma essenzialmente senza regole ben definite e senza la supervisione di uno psicologo) dove, nella maggior parte dei casi, gli atleti subiscono una sorta di lavaggio del cervello senza di fatto andare ad analizzare più profondamente l'umore e le emozioni, facilitanti ed inibenti, che spesso sono alla base di un lavoro più profondo e duraturo. Ultimamente si sono letti casi di atleti che sono stati convinti di aver superato i loro problemi con semplici formulette da ripetersi mentalmente, ma che poi in realtà continuavano ad accusare i loro sintomi mascherati da piccole alterazioni fisiologiche. Questo sicuramente alla lunga crea una diffidenza nella figura professionale dell'operatore in psicologia dello sport.

Queste anomalie le si possono notare anche nelle altre specializzazioni psicologiche. Quante volte si richiede ad uno psicologo clinico di dare indicazioni o fare formazione in ambito lavorativo, oppure in quello sportivo e/o diagnostico. Ogni professionista ha una sua specifica specializzazione post universitaria, si spera, ed è questa che dovrebbe fare fede in ambito professionale. Eppure oggi, un po' per mancanza di lavoro, un po' per ignoranza, si notano utenze (e qui prevale l'ignoranza) che richiedono competenze specifiche a chi non le ha, e crescono "professionisti" che s'improvvisano, per quanto già detto pocanzi, psicologi del lavoro, o dello sport, clinici, ecc., senza dare come conseguenza servizi realmente professionali e, come ovvia conseguenza d'immagine, riducono la nostra professione ad una sorta di carnevalata. Oggi più di prima vediamo, ad esempio, corsi di formazione professionale che trattano problemi inerenti l'assesment, la gestione risorse umane, i rapporti relazionali con i clienti interni ed esterni, che vengono trattati con la stessa modalità con cui si conducono gruppi terapeutici, creando così solo confusione anche se si rinforzano quelle fantasie "magiche" che ogni corsista spesso si ritrova a cercare per appagare suoi stati emotivi e comportamentali specifici. Ma non scordiamoci, infine, di coloro che creano, ad esempio nello sport, dei setting terapeutici con gli atleti senza di fatto gestire il loro vero problema agonistico.

E allora lo psicologo dello sport che competenze ha? Che può fare? Come lo fa? Si è in grado di capire se è bravo nel suo campo? Da che lo si può capire? In che caso si potrà dire che il suo lavoro "funziona" ed è propositivo?

Questi sono i classici interrogativi che si pongono ancora oggi atleti, allenatori e dirigenti.

Un professionista preparato è sicuramente quello che informa in maniera puntuale e precisa il suo committente con una proposta di obiettivi che siano e capibili e raggiungibili.

Ricordo che nel caso in cui una società sportiva, una federazione o il singolo allenatore siano il "committente" dell'intervento dello psicologo dello sport sui loro atleti, spesso sono nella condizione di dover convincere il loro atleta che questo supporto serve, ma, di fatto, non hanno ben chiaro il tipo di prestazione che l'esperto in psicologia dello sport può offrire.

Dirò di più, nell'ambito della formazione, sia dei tecnici che dei dirigenti sportivi, sarebbe auspicabile che lo psicologo, sicuramente formato in psicologia dello sport e possibilmente in alcuni casi anche in psicologia del lavoro (proprio per cogliere quegli aspetti che sono di indole lavorativa in un mondo particolare come quello sportivo), dovrebbe sviluppare le sue lezioni proprio per far capire gli effetti e i presupposti di un intervento professionale, e non, come spesso avviene, per avere una passerella con la quale stupire di effetti speciali i discenti del momento.

E' dunque importante informarsi sulla reale formazione e preparazione degli eventuali professionisti, il tutto dimostrabile tramite diplomi e curriculum, e da oggi dall'iscrizione ai registri (si veda il sito www.psicosportprofessionale.eu) della Società Professionale Operatori in Psicologia dello Sport e delle Attività Motorie, che è al momento l'unica società professionale in Italia e in Europa formata in base alle normative vigenti in Europa dal 2005 (dispositivo europeo 36/2005 sulla riforma delle professioni). Dispositivo recepito in Italia con il decreto attuativo che il 26 febbraio 2008 è stato varato dal ministero della giustizia, di concerto con quello delle politiche comunitarie, e che recepisce anche il relativo decreto legislativo "qualifiche" (d. Leg.206/2007), quest'ultimo appunto approvato dal consiglio dei ministri il 23 ottobre 2007.

Lo Psicologo dello Sport o il Coach hanno in definitiva il compito di valutare e assistere, senza fare psicoterapia, tutti gli utenti sportivi e motori tramite tecniche che prevedano una valutazione psicologica che possa permettere di arrivare ad una conoscenza approfondita e reale del soggetto.

Tutto ciò al fine di prevedere quelli che in gergo professionale vengono definiti punti di forza ed "aree di miglioramento in termini di abilità mentali" (U. Manili), al fine di ottimizzare quelle strategie mentali che vengono normalmente utilizzate. Ma non solo, ciò dovrà portare il soggetto ad avere obiettivi realistici, e grazie a ciò il professionista si troverà ad usare quegli strumenti e metodi secondo lui più idonei anche in funzione del profilo psicologico (pensieri, emozioni, bisogni, aspirazioni ...) precedentemente acquisito non solo con i test ma anche con i dovuti colloqui.

Lo psicologo dello sport, secondo quanto scrive Giuseppe Vercelli, è prima di tutto lo psicologo della normalità che opera a livelli eccezionali, cioè "colui in grado di servire la genialità, intesa come potenziamento di facoltà che gli individui utilizzano sempre a livelli minori".

L'operatore professionale in psicologia dello sport diventa quindi un facilitatore e mediatore dell'ottimizzazione della prestazione, laddove si operi con atleti, cercando nella normalità, e di conseguenza, abolendo quella parte esclusivamente clinica che tratta solo di patologia, al fine di esaltarla per suscitare e stimolare quelle che vengono definite intelligenza motoria e intelligenza agonistica.

E' inoltre importante ricordare che oggi, più che mai, l'intervento dell'operatore in psicologia dello sport, ad altissimo livello, dovrebbe essere indirizzato verso i tecnici al fine di operare un lavoro di consulenza sul campo. Ossia individuare le singole particolarità legate alla motivazione, all'attivazione, ecc. di ogni atleta per consigliare il tecnico di volta in volta su come relazionarsi e, quindi, indirizzare le tecniche di allenamento in funzione degli obiettivi preposti. Questo perché spesso si è notato che la cattiva performance è guidata da una sorta di leadership non positiva del tecnico nei confronti del gruppo di atleti che assorbendo la negatività inconscia del tecnico stesso arrivano a fare prestazioni non ottimali.

In ogni caso la gestione dei rapporti interpersonali deve essere sviluppata ed allenata per migliorare quella competenza lavorativa chiamata relazionale che ci può permettere di essere accettati e seguiti nel nostro lavoro, ricordandosi, ad esempio nel mondo sportivo di alto livello, che noi operiamo in funzione di una richiesta e non per comparire sui media al posto dei nostri "clienti".

Per raggiungere questi risultati gli operatori in psicologia dello sport e delle attività motorie si avvalgono, quindi, di metodi scientifici validi, devono rispettare i limiti degli sportivi e rispondere in modo competente, serio e soprattutto franco alle domande ed ai dubbi che sorgono, devono essere trasparenti e quindi pronti ad ammettere i loro limiti e rilevare la fonte da cui provengono le loro competenze. Devono infine avere anche una formazione culturale di base "clinica" al fine di evitare di cadere in interazioni pericolose (ad esempio le classiche triangolazioni) e per riconoscere, laddove sia presente, un'eventuale patologia da un presunto comportamento agonistico inadeguato; in questo caso è compito del professionista avvisare il committente che è il caso di far intervenire un terapeuta, ma ciò non significa che l'operatore in psicologia dello sport debba essere definito clinico.

Infine ricordo che l'aspetto più importante è quello di far capire ai nostri committenti che che non siamo "maghi" e che il nostro è un lavoro di sinergia con le altre professionalità che lavorano in aiuto ai tecnici in funzione del risultato atletico da un lato o motorio con finalità di benessere dall'altro, e non per un nostro appagamento narcisistico.

Foro Mundial de Educación Física. La Habana

Foro Mundial de Educación Física. La Habana

Se celebrará en La Habana Cuba del 8 al 10 de julio del 2010

Para mas información dirigirse a

Comité Organizador Internacional

Teléfonos 537-648-5007

E mail: convención@inder.cu / dircult@inder.cu