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La Bitácora del Dr. Ucha

Nível de satisfação em pessoas adultas acima de 4o anos quanto ao objetivo com a atividade física orientada na academia star fitness-ro (2)

Nível de satisfação em pessoas adultas acima de 4o anos quanto ao objetivo com a atividade física orientada na academia star fitness-ro (2)

Nível de satisfação em pessoas adultas acima de 4o anos quanto ao objetivo com a atividade física orientada na academia star fitness-ro (2)

Ednes Pereira dos Santos Souza

Artigo para ser apresentado como requisito obrigatório da disciplina Psicologia da Atividade Física do Curso de Especialização em Ciência do Movimento Humano/2008.

Ms. Ramón Núñez Cárdenas

AMOSTRA

Figura 1. Demonstrativo sobre os objetivos mais indicados pelos pesquisados.

A amostra foi do tipo não-probalilística e os critérios adotados foram: 1) ter 45 anos ou mais; 2) ambos os sexos; 3) ser praticante de atividade física há mais de dois meses; 4) ter disponibilidade para participar; 5) querer participar da pesquisa. Dessa forma, a amostra foi composta por 15 indivíduos (07 do sexo masculino e 08 do sexo feminino), com idade de 40 a 57 anos e sua média de idade foi de 50 anos.

TÉCNICA DE COLETA DE DADOS

Para a coleta de dados utilizou-se um formulário de objetivos na atividade física dispostos de 1 a 10, nos quais os itens 4, 5, 7, 8 e item 9, não foram indicados pelos pesquisados como objetivos relevantes na atividade física.

Os formulários foram respondidos pelos próprios sujeitos nas dependências físicas em que praticam a atividade física orientada.

APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DOS DADOS

Os dados foram analisados inicialmente por meio do formulário aplicado, que mostra os objetivos na atividade física dispostos de 1 a 10, e que se relacione o nível de satisfação dispostos de 1 a 4. A continuação o modelo do formulário aplicado:

 

 

NÍVEL DE SATISFAÇÃO (%)

OBJETIVO NA ATIVIDADE

1

2

3

4

1. SAÚDE GERAL.

 

 

 

 

2. ESTÉTICA.

 

 

 

 

3. ANTI-STRESS.

 

 

 

 

4. SENTIR-SE JOVEM.

 

 

 

 

5. SENTIR-SE MAIS FELIZ.

 

 

 

 

6. SENTIR-SE MAIS DISPOSTO.

 

 

 

 

7. SENTIR-SE MAIS CONCENTRADO.

 

 

 

 

8. SENTIR-SE MAIS CONFIANTE.

 

 

 

 

9. FAZER AMIZADES.

 

 

 

 

10. RECOMENDAÇÃO MÉDICA-(PATOLOGIA).

 

 

 

 

1.NÃO ESTAR SATISFEITO 2.ESTAR POUCO SATISFEITO 3.ESTAR SATISFEITO 4.ESTAR MUITO SATISFEITO

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os resultados obtidos sobre a pesquisa aplicada foram que as pessoas praticantes da atividade física orientada na academia Star Fitness, em relação aos seus objetivos no início do programa e após 2 meses de atividade diária em geral obteve seus resultados quanto ao objetivo em relação ao nível de satisfação.

Apresento a seguir os gráficos com os resultados dos dados relativos ao formulário de avaliação do nível de satisfação quanto ao objetivo na atividade física orientada.

A figura 1 indica que 44% das pessoas pesquisadas indicaram a Saúde Geral como objetivo relevante para a prática na atividade física, 25% dos pesquisados indicaram a Estética como objetivo para a prática na atividade física, 22% buscaram a prática da atividade física como Recomendação Médica, 6% dos pesquisados indicaram como objetivo para a prática da atividade física o fato de sentir-se mais disposto e 3% dos pesquisados indicaram o objetivo Anti-Stress como objetivo para a prática da atividade física. A pesquisa evidenciou que a saúde geral é tratada como relevante para a prática da atividade física orientada

Nível de satisfação em pessoas adultas acima de 4o anos quanto ao objetivo com a atividade física orientada na academia star fitness-ro (1)

Nível de satisfação em pessoas adultas acima de 4o anos quanto ao objetivo com a atividade física orientada na academia star fitness-ro (1)

Nível de satisfação em pessoas adultas acima de 4o anos quanto ao objetivo com a atividade física orientada na academia star fitness-ro (1)

Ednes Pereira dos Santos Souza

Artigo para ser apresentado como requisito obrigatório da disciplina Psicologia da Atividade Física do Curso de Especialização em Ciência do Movimento Humano/2008.

Prof. Ms. Ramón Núñez Cárdenas

RESUMO

Esta pesquisa teve por objetivo avaliar o nível de satisfação com a Atividade Física Orientada, em pessoas adultas acima de 40 anos praticantes de atividade física na academia Star Fitness de Porto Velho-RO. A pesquisa foi realizada com 15 indivíduos de ambos os sexos, com idade de 40 a 57 anos, que teve a média de idade de 50 anos. Para a coleta de dados, utilizaram-se as informações da Anamnese quanto aos objetivos no início da atividade física orientada, e formulário relacionando objetivo na atividade física e nível de satisfação quanto a este objetivo após dois meses de atividade física programada. Os dados foram inicialmente analisados por interpretação dos objetivos que foram dispostos de 1 a 10 para que se relacione ao nível de satisfação de 1 a 4, no qual o 1. Não estar satisfeito, 2. Estar pouco satisfeito, 3. Estar satisfeito e 4. Estar muito satisfeito; em seguida feito a estatística descritiva. Em relação à satisfação do objetivo quanto à atividade física, foi constatado que 3% não estão satisfeitos, 33% estão pouco satisfeitos, 52% estão satisfeitos e 12% estão "muito" satisfeitos para os objetivos que inicialmente determinaram. Tendo em consideração os resultados obtidos concluir-se que as pessoas praticantes de atividade física orientada têm percepção positiva em relação aos objetivos e o nível de satisfação com a mesma. Evidenciou-se ainda que somente o objetivo Saúde Geral foi indicado por 14 dos 15 pesquisados e que estão satisfeitos com os resultados. Portanto a maior parte dos pesquisados na academia Star Fitness, indicaram um nível satisfatório em relação ao seu objetivo.

PALAVRAS-CHAVES: Satisfação - Atividade Física - Pessoas Adultas.
INTRODUÇÃO

O envelhecimento populacional vem ocorrendo nos países em desenvolvimento de maneira perceptível num tempo bem mais curto do que dos países desenvolvidos. A Organização Mundial de Saúde (OMS) prevê que em 2025 existirão 1,2 bilhões de pessoas com mais de 60 anos, sendo que, os indivíduos muito idosos (com 80 anos ou mais) constituem o grupo etário de maior crescimento (OMS, 2001). Este processo, antes restrito aos países desenvolvidos, está ocorrendo nos países em desenvolvimento e de forma mais rápida. Desse modo, destaca-se que, atualmente, no Brasil 8,9% da população é constituída por idosos (IBGE, 2004), sendo que, as projeções indicam que em 2025, 15% da população (34 milhões) estará acima de 60 anos MAZO, (2004, p.18).

O envelhecimento é uma adaptação frente a uma fase nova da vida. A idéia de que, a partir de determinada idade certas atividades não devem ser desfrutadas, é uma concepção que tende a ser superada pelas constantes modificações sociais, uma vez que, a expectativa de vida dos indivíduos, tem aumentado muito. Segundo MEIRELLES (2000, p.27) "é a geração jovem de hoje que conviverá com essa realidade social nos próximos 30 anos". Realidade esta que repercute na melhoria da qualidade de vida do indivíduo. O aumento considerável da faixa etária adulta tem se tornado uma preocupação para os profissionais que atuam em áreas como: educação física, enfermagem, fisioterapia, medicina, nutrição, psicologia, entre outras. Isto vem mobilizando instituições e estudiosos da gerontologia que acompanham a expectativa de vida dos indivíduos.

MEIRELLES, (2000, p.27), aborda que a expectativa de vida do brasileiro nos dias de hoje é sem dúvida o marco do crescimento populacional de pessoas adultas, e a qualidade de vida passa a ser de grande relevância. Qualidade de vida considerada por fatores biológicos, psicológicos e sociais, não atribuído somente ao indivíduo, pela sua boa ou má conduta na qualidade da sua vida, considerando o meio social e a sua interação com o mesmo.

Interações que promovem alterações nos diversos sistemas, isto tudo faz que difira de individuo para individuo, enfatizando a individualidade biológica que é uma lei da especificidade. Portanto, podendo ajudá-los nas atividades diárias procurando alternativas viáveis para uma melhor qualidade de vida, consequentemente o melhor envelhecer.

O envelhecimento é caracterizado por progressivas transformações através do desenvolvimento biológico, cronológico, social e psicológico ocorrendo um maior catabolismo[1].  "Envelhecer não é patológico, pois acontece com todos nós" FERREIRA (2003, p.13). A atividade física é uma grande aliada à prevenção e à manutenção das atividades diárias e da saúde funcional.

Já o aspecto cronológico enfatiza a idade que a partir do nascer o homem já envelhece, pois suas células estão em constantes alterações, e sua capacidade física tem seu auge até os 30 anos. Após isso, a sua resistência entra em declínio, seguindo assim a ordem natural da humanidade. Segundo FERREIRA (2003, p.13) "essas modificações devem ser estimuladas através de atividades físicas, sensoriais, criativas, visando uma melhoria na execução das atividades diárias". Assim podemos ajudá-los procurando alternativas viáveis para uma melhor qualidade de vida e, em conseqüência, um melhor envelhecimento.

O aspecto Social é considerado na pessoa idosa, a partir de 60 anos, alguns muitos bem fisicamente e outros já não tão bem assim, porém, todos estão na mesma faixa etária de idade. E isto é muito imposto pela cultura social. MEIRELLES (2000, p.32) conceitua "Sociologicamente, que a idade não significa um espaço de tempo, mais uma categoria, uma atividade sócio, modo diferente de vida".

Quanto ao aspecto psicológico, sabemos que o idoso torna-se mais carente de amizades e elogios. Neste contexto, deve-se estimular a sua auto estima, proporcionando-lhes atenção, diálogos, transmissão de segurança, atividades sociais no convívio dos colegas, tornando-o mais saudável psicologicamente. Com uma vivência tranqüila a sua idade não o chocará. Contudo isso é muito pessoal e varia de indivíduo para indivíduo. A Idade individual é como a pessoa estar se sentindo psicologicamente naquele momento, MEIRELLES (2000, p.31) diz que este aspecto psicológico é "evidenciado por um processo dinâmico e extraordinariamente complexo muito influenciado por fatores individuais".

Mediante esses aspectos: biológico, cronológico, psicológico e social, e ainda a expectativa de vida, e o marco populacional de idosos. A qualidade de vida do idoso passa a ser de grande importância para os profissionais de Educação Física que de algum modo desejam contribuir para a melhoria da funcionabilidade das tarefas diárias, fazendo com que se torne um idoso independente consequentemente menos isolado. 

As perdas da capacidade funcional é uma das conseqüências do processo de envelhecimento.  CORAZZA (2005, p.56) diz que a perda faz com que a pessoa idosa fique mais frágil, com maior probabilidade de perder a independência total para a realização das tarefas do dia. Apesar de serem inevitáveis às conseqüências do envelhecimento, existe a possibilidade de se modificar ou manter este processo através de uma prática de atividade física regular e um estilo de vida ativo. Portanto, para se trabalhar com a pessoa idosa, deve-se tomar muito cuidado, pois cada uma tem sua característica própria.

IDADE PSICOLÓGICA - refere-se às capacidades de cada individuo que envolve as dimensões mentais ou a função cognitiva, como auto-estima e auto-suficiência, assim como aprendizagem, memória e percepção Corazza, (2005, p.20). A atividade física regular é de extrema importância na saúde psicológica, social e fisiológica de pessoas idosas; a organização Mundial de Saúde publicou o "Guidelines for Promoting Physical Activity Among Older Persons" em 1997 (Diretrizes para Promoção de Atividade Física entre Pessoas Mais Velhas)" (CORAZZA, 2001, p.20).

Assim sendo, visualiza-se a importância de avaliar os aspectos subjetivos de pessoas adultas, uma vez que, a satisfação com a vida mantém-se elevada na velhice, especialmente, quando os indivíduos estão empenhados no alcance de metas significativas de vida e na manutenção ou no restabelecimento do bem-estar psicológico MAZO, (2004, p.67).  Afirma que, com o passar dos anos o indivíduo torna-se mais seleto, tolerante e redefine sua vida como meta principal a melhoria da qualidade. Evidencia que o bem-estar psicológico tem forte relação com a atividade física.

 Dentre as condições subjetivas, MAZO, (2004, p.67) destaca que estas se relacionam ao bem-estar psicológico, ou seja, às experiências pessoais, estados internos que podem ser manifestados por meio de sentimentos, reações afetivas e construtos psicológicos como felicidade, satisfação, saúde mental, senso de controle, competência social, estresse e saúde percebida.

Nesse sentido, avaliar os aspectos subjetivos do idoso reveste-se de grande importância científica e social por permitir a implementação de alternativas válidas de intervenção, tanto em programas de atividade física, e demais programas gerontogeriátricos, quanto em políticas sociais gerais, no intuito de promover o bem-estar das pessoas idosas. Boas condições de saúde física têm um efeito direto e significativo sobre a diminuição da angústia e estão relacionadas a altos níveis de integração social e de auto-estima. Daí a importância da atividade física regular para idosos, pois ela é fator importante na determinação das condições que promovem o aumento de sua capacidade geral de adaptação física e psicológica, ajudando a combater os efeitos de condições sociais e pessoais que tendem a gerar mudanças no senso de controle, na atividade e no envolvimento, como a aposentadoria, desemprego e diminuição da capacidade física. 

A auto-estima de todos nós seres humanos, está intimamente relacionada com a resolução dos problemas com que nos defrontamos. Saber enfrentar as crises e tentar resolvê-las da melhor forma possível resulta em aumento da auto-estima. Para que a auto-estima não fique rebaixada, é necessário que os objetivos de cada pessoa sejam adequados a cada nova realidade. 

Quanto aos fatores Cárdenas, afirma que nem sempre estes indicadores apontam como os indivíduos percebem e experiênciam suas vidas. Portanto, os indicadores pessoais e situacionais são determinantes na direção do comportamento. Que incluem, por exemplo, a satisfação com a vida e a felicidade, definidos com maior precisão a experiência de vida em relação às várias condições de vida do indivíduo.

Samulski (2002), diz que: "a motivação é caracterizada como um processo ativo, intencional e dirigido a uma meta, o qual depende da interação de fatores pessoais (intrínsecos) e ambientais (extrínsecos)".

METODOLOGIA DA PESQUISA

A metodologia foi pesquisa-ação, uma vez que partiu da análise de dados coletados em campo e interpretação dos objetivos indicados, através da aplicação da pesquisa aos sujeitos pesquisados. A utilização de formulário-NÍVEL DE SATISFAÇÃO QUANTO AO OBJETIVO NA ATIVIDADE FÍSICA ORIENTADA- (ANEXO I), se deu de forma que se adaptou ao formulário já existente de Matsudo, (2005, p.93), em que se verificou a relevância da aplicação com os adultos acima de 40 anos. Portanto, tendo como foco principal, conseguir mudanças em atitudes e comportamentos dos pesquisados.

A pesquisa foi realizada na academia Star Fitness, Porto Velho/RO, através de um termo de autorização para os pesquisados (ANEXOII),

 A pesquisa adotou e seguiu os princípios éticos. O local foi comunicado, formalmente sobre a pesquisa e uma carta de autorização para a mesma foi assinada pelo responsável legal da Academia e participantes da pesquisa. Os Indivíduos foram informados sobre a garantia da privacidade e sigilo das informações e que os resultados obtidos seriam divulgados em apresentações e trabalhos científicos. Todos os participantes assinaram o termo de autorização.

 Quanto à caracterização da pesquisa, esta foi classificada como descritiva.

MÉTODO DA PESQUISA         

O método utilizado neste estudo foi o hipotético-dedutivo cuja indução de situação escora-se, segundo GIL (1999, p.30), em hipóteses e deduções das observações feitas, conceitua-se sobre suas argumentações verificadas definindo a partir de críticas à indução.

A indução, no entender de GIL não se justifica, pois o indutivo de "alguns" é na verdade a exigência da observação do fato isolado atingindo a observação de "todos", o que nunca poderia ocorrer, por maior que fosse a quantidade de fatos observados. GIL apresenta um esquema em que:

Pode-se apresentar o método hipotético-dedutivo a partir do seguinte esquema: Problema→Conjecturas→Dedução de conseqüências observadas→Tentativa de falseamento→Corroboração. (1999, p. 30).

Tentando explicar a dificuldade expressa no problema, é formulada a hipótese. Depois da hipótese formulada, deduzem-se conseqüências que deverão ser testadas para que se comprove a veracidade do fato ou falseá-lo. Falsear significa tentar tornar falsas as conseqüências deduzidas das hipóteses. No método hipotético-dedutivo, procuram-se evidências empíricas para derrubá-la.

Quando não se consegue demonstrar qualquer caso concreto capaz de falsear a hipótese, tem-se a sua corroboração, que não excede o nível do provisório. A hipótese mostra-se válida, pois superou todos os testes, mas não definitivamente confirmada, já que a qualquer momento poderá surgir um fato que a invalide.

POPULAÇÃO

A população desta pesquisa foi escolhida através de uma amostragem simples com pessoas adultas acima de 40 anos, de ambos os sexos, na faixa etária compreendida entre 40 a 57 anos, que participam de atividades físicas orientada na academia Star Fitness-RO. Como a pesquisadora é professora ministrante das aulas de ginástica e musculação, a escolha dessa população se deu em razão do constante contacto com a mesma e pela possibilidade de unir os resultados dos dados estatísticos da pesquisa de conclusão da disciplina psicologia da atividade física com a melhoria na elaboração dos programas de treino na atividade física orientada


[1] Processos metabólicos destrutivo, por meio do quais células do organismo transformam substâncias complexas em outras mais simples. Dicionário Aurélio.

Dr. Francisco García Ucha. Presentaciones hechas entre 1996-2004

Dr. Francisco García Ucha. Presentaciones hechas entre 1996-2004

García Ucha, F. Junio 1996 Conferencista principal: La Psicología del Deporte. III Seminario Internacional de Psicología del Deporte. Escuela Profesional de Psicología. Facultad de Ciencias de la Comunicación, Turismo y de Psicología. Univ. San Martín de Porres. Lima. Perú.

García Ucha, F. Junio 1996 Bases metodológicas de la Psicología del deporte. III Seminario Internacional de Psicología del Deporte. Escuela Profesional de Psicología. Facultad de Ciencias de la Comunicación, Turismo y de Psicología. Univ. San Martín de Porres. Lima. Perú.

García Ucha, F. Junio 1996 Experiencias del Trabajo Psicológico en deportes Individuales y Colectivos. III Seminario Internacional de Psicología del Deporte. Escuela Profesional de Psicología. Facultad de Ciencias de la Comunicación, Turismo y de Psicología. Univ. San Martín de Porres. Lima. Perú.

García Ucha, F. Junio 1996 Panel: Proyecciones de la Psicología del Deporte. III Seminario Internacional de Psicología del Deporte. Escuela Profesional de Psicología. Facultad de Ciencias de la Comunicación, Turismo y de Psicología. Univ. San Martín de Porres. Lima. Perú.

García Ucha, F. Octubre 1996 Conferencia: Aportes de la Psicología del Deporte al Alto Rendimiento. Seminario Internacional de Medicina del Deporte. 20 años de Medicina del Deporte. Coldeportes. Medellín. Antioquia.

García Ucha, F. Octubre 1996 Conferencia: Problemas Metodológicos de la Psicología del Deporte. Seminario Internacional de Medicina del Deporte. 20 años de Medicina del Deporte. Coldeportes. Medellín. Antioquia.

García Ucha, F. Noviembre 1996 Conferencista: Empleo de la Psicología del deporte para  la excelencia en la actividad deportiva. Congreso XXX Aniversario de Medicina del Deporte en La Habana. Cuba.

García Ucha, F. Noviembre 1996  Tema Libre: Motivación, ansiedad y temperamento. Lic. Alberto Moreno (coautor)Congreso XXX Aniversario de Medicina del Deporte en La Habana. Cuba.

García Ucha, F. Noviembre 1996  Características psicológicas de deportistas olímpicos cubanos. Congreso XXX Aniversario de Medicina del Deporte en La Habana. Cuba.

García Ucha, F. Noviembre 1996  Simposio: Psicología del Deporte. Congreso XXX Aniversario de Medicina del Deporte en La Habana. Cuba.

García Ucha, F. Mayo 1997 Conferencia: Aspectos psicológicos en deporte de alto rendimiento. Encuentro Internacional de Medicina del Deporte en Deporte de Alto Rendimiento. Santos. Brasil.

García Ucha, F. Mayo 1997 Método cubano de iniciación en el Deporte. Encuentro Internacional de Medicina del Deporte en Deporte de Alto Rendimiento. Santos. Brasil.

García Ucha, F. Mayo 1997  Mesa redonda: Deporte y Salud. Encuentro Internacional de Medicina del Deporte en Deporte de Alto Rendimiento. Santos. Brasil.

García Ucha, F. Diciembre 1997 Conferencia: Psicología del deporte de Alto Rendimiento. I Congreso Internacional de Psicología del Deporte de Alto Rendimiento, Escolar y Social. Habana. Cuba.

García Ucha, F. Diciembre 1997 Simposio. El niño en el deporte. I Congreso Internacional de Psicología del Deporte de Alto Rendimiento, Escolar y Social. Habana. Cuba

García Ucha, F. Diciembre 1997 Simposio: Preparación Mental del deportista. I Congreso Internacional de Psicología del Deporte de Alto Rendimiento, Escolar y Social. Habana. Cuba

García Ucha, F. Diciembre 1997 Simposio: El fútbol: Un enfoque interdisciplinario. I Congreso Internacional de Psicología del Deporte de Alto Rendimiento, Escolar y Social. Habana. Cuba

García Ucha, F. Diciembre 1997 Taller: Técnicas psicológicas en la Preparación Mental del deportista. I Congreso Internacional de Psicología del Deporte de Alto Rendimiento, Escolar y Social. Habana. Cuba

García Ucha, F. Diciembre 1997 Tema Libre: Personalidad, Motivación y Rendimiento. Coautor Lic. Alberto Moreno González. I Congreso Internacional de Psicología del Deporte de Alto Rendimiento, Escolar y Social. Habana. Cuba

García Ucha, F. Marzo 1998 Conferencia: Las emociones en el deporte. Congreso Centroamericano y del Caribe de Medicina y Ciencias Aplicadas al Deporte. Maracaibo. Venezuela

García Ucha, F. 22-23 de mayo de 1998 Conferencia: Factores Epidemiológicos y Psicológicos de la Violencia en el fútbol. X Jornadas del Deporte. Consejo de Mallorca. Palma de Mallorca. España.

García Ucha, F. Octubre de 1998 Conferencia: Avances en Psicología del Deporte V Congreso de Medicina, Psicología y Trauma del Deporte. Habana. Cuba.

García Ucha, F. Octubre de 1998 Simposio: Fútbol y Psicología V Congreso de Medicina, Psicología y Trauma del Deporte. Habana. Cuba.

García Ucha, F. Octubre de 1998 Simposio: Psicología del deporte actualización: La predisposición psicológica de los deportistas para la competencias. V Congreso de Medicina, Psicología y Trauma del Deporte. Habana. Cuba.

García Ucha, F. Octubre de 1998 Simposio: La preparación psicológica para las competencias deportivas. V Congreso de Medicina, Psicología y Trauma del Deporte.

García Ucha, F. Octubre de 1998 Taller: Ansiedad y rendimiento deportivo. V Congreso de Medicina, Psicología y Trauma del Deporte. Habana. Cuba.

García Ucha, F. marzo de 1999. Conferencia a alumnos de psicometría: La evaluación por medio de test psicológicos. IMD

García Ucha, F. 13 de abril. Conferencia: La Psicología del deporte en el alto rendimiento. Centro de alto rendimiento Nacional de Chile. Santiago de Chiles. Chile

García Ucha, F. 14 de abril de 1999. Conferencia La psicología del deporte y la educación física. Universidad Católica Blas Cañas. Santiago de Chile. 1999.

García Ucha, F. 14 de abril de 1999.Conferencia: Acerca de la preparación psicológica del deportista. Universidad Central de Chile. Santiago de Chile. Chile.

García Ucha, F. 22 abril de 1999. Conferencia Psicología del deporte de alto rendimiento. Pontifica Universidad Católica de Buenos Aires. Argentina

García Ucha, F. 24 de abril de 1999. Conferencia: Incidencia de las emociones en el deportista. Asociación Metropolitana de Psicología del deporte Buenos Aires.

García Ucha, F.  26 de abril de 1999. Conferencia: La Psicología del deporte en la educación física. Universidad de Flores. Buenos Aires. Argentina

García Ucha, F. 27 de abril de 1999. Conferencia: Incidencia de la Psicología del Deporte Infantil y en la detección de talentos. Club Ferro Carril Oeste. Buenos Aires. Argentina García Ucha, F. Conferencia: La Psicología del Deporte. Grupo de estudio 757. Rosario. Argentina.

García Ucha, F. 30 de abril de 1999 Conferencia: Psicología del Deporte Centro de Ciencias aplicadas. Buenos Aires. Argentina.

García Ucha, F. 28, 29 y 30 de Octubre 1999 Conferencia. "La Psicología del Deporte en el tercer milenio". Congreso internacional psicología de la actividad física y del deporte. Universidad Autónoma de San Luís Potosí. San Luís Potosí. México.

García Ucha, F. 24-27 de noviembre de 1999. Conferencia. "La Psicología del Deporte en el tercer milenio". II Congreso Internacional de Psicología del Deporte de Alto Rendimiento, Escolar y Social. I Simposio "Los cuatro grandes: Fútbol, Béisbol, Voleibol y Baloncesto". I Jornadas de Metodología del Entrenamiento. Instituto de Medicina del Deporte de Cuba.

García Ucha, F. 24-27 de noviembre de 1999. Mesa redonda: Título: "Respuesta del deportista  al  entrenamiento de altura". II Congreso Internacional de Psicología del Deporte de Alto Rendimiento, Escolar y Social. I Simposio "Los cuatro grandes: Fútbol, Béisbol, Voleibol y Baloncesto". I Jornadas de Metodología del Entrenamiento. Instituto de Medicina del Deporte de Cuba.

García Ucha, F. 24-27 de noviembre de 1999. Taller. "Relajación para el deporte". II Congreso Internacional de Psicología del Deporte de Alto Rendimiento, Escolar y Social. I Simposio "Los cuatro grandes: Fútbol, Béisbol, Voleibol y Baloncesto". I Jornadas de Metodología del Entrenamiento. Instituto de Medicina del Deporte de Cuba.

García Ucha, F. Abril 2000 Estudio de los valores morales en jugadores de béisbol. XIII Forum de Ciencia y Técnica. Instituto de Medicina del Deporte. Habana. Cuba.

García Ucha, F. Abril 2000 Entrenadores y burnout. XIII Forum de Ciencia y Técnica. Instituto de Medicina del Deporte. Habana. Cuba.

García Ucha, F. Abril 2000 Estudio de las motivaciones superiores en deportistas de alto rendimiento. XIII Forum de Ciencia y Técnica. Instituto de Medicina del Deporte. Habana. Cuba.

García Ucha, F. Abril 2000 Estudio de la orientación a logro en deportistas cubanos de alto rendimiento. XIII Forum de Ciencia y Técnica. Instituto de Medicina del Deporte. Habana. Cuba.

García Ucha, F. 3, 4 y 5 de Septiembre 2000 Conferencia: El trato del Entrenador Personal con el cliente. 1er Congreso Internacional de Personal Training. Olivos - Buenos Aires - Argentina 

García Ucha, F. 3, 4 y 5 de Septiembre 2000 Taller: La motivación por la actividad física y el deporte. 1er Congreso Internacional de Personal Training. Olivos - Buenos Aires - Argentina 

García Ucha, F. 19, 20 y 21 de Octubre del 2000. Taller: Metodología para la preparación mental de deportistas de alto rendimiento. II Congreso Iberoamericano y VIII Congreso Andaluz de Psicología de la Actividad Física y el Deporte. La Rábida Huelva. España.

García Ucha, F. 19, 20 y 21 de Octubre del 2000. Conferencia Plenaria: La motivación en jóvenes deportistas. II Congreso Iberoamericano y VIII Congreso Andaluz de Psicología de la Actividad Física y el Deporte. La Rábida. Huelva. España.

García Ucha, F. 6 de noviembre de 2000. Motivaciones superiores en deportistas de alto rendimiento. II  Forum Ramal del INDER. La Habana. Cuba.

García Ucha, F. Abril 2001 Síndrome de Burnout, Locus de Control y Deportistas de alto rendimiento. XIV Forum de Ciencia y Técnica Instituto de Medicina del Deporte. La Habana. Cuba.

García Ucha, F. 9, 10, 11 de junio 2001 Conferencia: Problemas psicológicos de la obesidad. 7°. Expo - Congreso Internacional de Estética. Buenos Aires. Argentina.

García Ucha, F. 22, 23, 24 de Junio del 2001 Conferencia Magistral: Psicología del Deporte: Avances y Aciertos. I Congreso de Psicología del Deporte. ITESO. Guadalajara. México.

García Ucha, F. 11 al 13 de octubre de 2001 Conferencia Plenaria: La motivación en  deportistas. Seminario Internacional Ciencias del Deporte y su  Aplicación  en  el desarrollo de Personas y Organizaciones Competitivas Universidad de Tolima, Ibagué - Colombia

García Ucha, F. 15 al 18 de abril del 2002 Póster: Trastornos del dormir en deportista40 Aniversario de la Facultad de Psicología de la Universidad de La Habana.

García Ucha, F. 15 al 18 de abril del 2002 El entrenador: Burnout. 40 Aniversario de la Facultad de Psicología de la Universidad de La Habana.

García Ucha, F. 20 al 24 de mayo 2002 Taller: Preparación psicológica del deportista. I Congreso Latinoamericano y II Congreso Cubano de Teoría y Metodología de la Educación Física y el entrenamiento deportivo. Universidad de Matanza "Camilo Cienfuegos" Matanzas. Cuba.

García Ucha, F. 13 de diciembre 2002 Conferencia: Actividad Física, Psicología y Salud. III Encuentro de Actividad Física y Salud. ISCF "Manuel Fajardo". La Habana. Cuba.

García Ucha, F. Junio 2003 Relación entre la calidad del dormir y rasgos y estado de enojo. Trastornos del dormir en deportistas cubanos. F. García Ucha y colaboradores. XV Forum de Ciencia y Técnica Instituto de Medicina del Deporte.

García Ucha, F. Junio 2003 Autoayudas y medicina tradicional en deportistas. Autores Lic. Jaime Rolle. XV Forum de Ciencia y Técnica Instituto de Medicina del Deporte.

García Ucha, F. 11 al 14 de agosto del 2003 Conferencia: La Psicología del Deporte en el Alto rendimiento. 1er Simposio Internacional de Psicología del Deporte. Consultora Instinto en Psicología del Deporte. Tijuana. México.

García Ucha, F. 20 al 26 de septiembre del 2003 Conferencia inaugural y coloquio.  El deporte como herramienta educativa. Curso de verano organizado por el Centro Andaluz de Medicina del Deporte con la colaboración de la Universidad Internacional de Andalucía. Sevilla.  España.

García Ucha, F. 2003 Estado Emocional, Enfermedad Crónica no transmisible en deportistas retirados. Autor: L. Tula Suárez y colaboradores. IV Encuentro de Actividad Física y Salud. La Habana. Cuba.

García Ucha, F. Marzo 2004 Conferencia magistral: "El deporte como Herramienta educativa". II Congreso Internacional de Psicología del Deporte de la APDA. Buenos Aires. Argentina.

García Ucha, F. Marzo 2004 Taller: Búsqueda de la Excelencia en el Deporte. II Congreso Internacional de Psicología del Deporte de la APDA. Buenos Aires. Argentina.

García Ucha, F. Marzo 2004 Mesa Redonda "Estado actual del desarrollo de la Psicología del Deporte". II Congreso Internacional de Psicología del Deporte de la APDA. Buenos Aires. Argentina.

García Ucha, F. 12 de junio del 2004. Conferencia sobre Selección de talentos deportivos. II Plenaria de Científica  Atletismo-INDER. La Habana. Cuba.

García Ucha, F. 16 al 19 de junio de 2004 Conferencia "Las Ciencias del Comportamiento en el Fútbol". Congreso Internacional Iberoamericano de Entrenadores de Fútbol. Huelva. España

García Ucha, F. 16 al 19 de junio de 2004 Mesa redonda "Trabajo Interdisciplinario en el Fútbol". Congreso Internacional Iberoamericano de Entrenadores de Fútbol. Huelva. España

García Ucha, F. 8 al 11 de septiembre de 2004 Conferencia: "Motivações Superiores em Desportistas de Alto Nível". XI Congresso Brasilero de Psicología do Esporte y IV Congresso Internacional de Psicología do Esporte. Curitiba-PR/ Brasil

García Ucha, F. 8 al 11 de septiembre de 2004 Taller: "Intervenções na Busca de Excelência nos Desportistas". XI Congresso Brasilero de Psicología do Esporte y IV Congresso Internacional de Psicología do Esporte. Curitiba-PR/ Brasil

García Ucha, F. 8 al 11 de septiembre de 2004 Mesa Redonda: "Qualidade de Vida através do esporte e da atividade física". XI Congresso Brasilero de Psicología do Esporte y IV Congresso Internacional de Psicología do Esporte. Curitiba-PR/ Brasil

García Ucha, F. 3 de diciembre de 2004 Conferencia de "Psicología del Deporte". Primer Simposio de Centros Provinciales de Medicina del Deporte. Santiago de Cuba. Cuba

García Ucha, F. 14 al 15 de diciembre del 2004 Intervenciones y entrenamiento psicológico en deportistas. Worshop Internacional  Claves Psicológicas en al Iniciación Deportiva.  Santiago de Chile. Chile

Ensayo de Manuel Gustavo Cepeda (3)

Ensayo de Manuel Gustavo Cepeda (3)

4.- CONCLUSIONES

Con esta percepción de falta de sentido último de la psicología del deporte, pretendo demostrar que nuestra rama si no ha dejado de ser una ciencia aplicada, está a punto de convertirse en una ciencia auxiliar y con ello sería una calamidad en este milenio. Pero creo que son tantos psicólogos del deporte y Universidades donde se preparan los futuros colegas que ignoran en su totalidad los conceptos básicos para generar una ciencia sapiente, una psicología del deporte con - ciencia, pero veo tristemente que este paradigma ya se ve como normal. No nos suele satisfacer la idea de que nuestra rama sea repetitiva y que solo se esté tecnificando los viejos paradigmas de nuestra profesión.

            Bajo este esquema ¿Qué podemos hacer?, pues llenar el vacío de nuevos paradigmas que nuestros trabajos está creando y sobre todo el modo en que se está llenado dicho vacio y la  propuesta es:

  • Distinguir entre significado y propósito de lo investigado. El propósito científico es un objeto último o un fin que ha de alcanzarse. Es una meta. El significado tiene que ver con el modo en que comprende el acto científico sobre una base continuada. El significado se encuentra en el modo en que ocurre el fenómeno paradigmático, no necesariamente en el resultado final. La comprensión depende de la forma y el significado es muy personal. Así pues, creo que en este momento las investigaciones psicológicas en el deporte no han entendido el significado ultimo (generar respuestas a los paradigmas y crear nuevos)
  • El conocimiento proviene del deseo de conocer y éste debe ser una interrelación que como propósito sea el de suministrar algo más allá del conocimiento, "la sabiduría" y conformar nuevos paradigmas que modifiquen la forma de conocer e inclusive repercuta en la vida cotidiana y no sólo en el ámbito profesional.

De esta forma deseamos manifestar que la psicología del deporte necesita una revisión tanto en los planes de estudio en las universidades que se ve como materia curricular e inclusive como especialización, ya que hasta el momento no he encontrado un solo artículo que hable de la capacidad de la psicología como ciencia epistemológica propositiva y modificable, más bien encuentro estudios inmensamente repetitivos y que llegan a presentar una leve modificación en el conocimiento que se reveló hace más de 40 años. Por ello este documento que trata de precisar un punto en la distancia, provocando una risa nerviosa en la psicología del deporte.

 

Guadalajara, Jalisco. México.

Verano del 2008.

Manuel Gustavo Zepeda Gómez.

Doctorante en psicología del deporte.

 

Ensayo de Manuel Gustavo Zepeda (2)

Ensayo de Manuel Gustavo Zepeda (2)

LA SONRISA NERVIOSA DE LA PSICOLOGÍA DEL DEPORTE "UNA VENTANA ENDOGENICA"

Manuel Gustavo Zepeda Gómez.

Doctorante en psicología del deporte.

"La actitud científica ha de ser reconstruida, la ciencia ha de rehacerse de nuevo".

Schrodinger

1.- JUSTIFICACIÓN

Este ensayo nace por la inquietud propia de buscar las bases epistemológicas, ontológicas, deontológicas y el constructo teleológico de la profesión que amo tanto como mi propia vida y que siendo tan noble permite que mi familia y los seres más queridos tengan un pan y distracción honestamente ganados. Esta relación he querido fortificarla al día con día, pero en nuestro caminar profesional me doy cuenta que existe un vacío enorme que nosotros mismos como profesionales de la psicología del deporte y la actividad física nos estamos encargando de aumentar.

Todos tenemos por enterado que la psicología del deporte es una rama científica y ¿que ciencia? es: "es el conocimiento sistematizado, elaborado mediante observaciones, razonamientos y pruebas metódicamente organizadas"[1]; es decir, que nuestra rama científica promueve o busca conocimientos sistematizados, con métodos propios y razonamientos organizados según Kant. Teniendo como punto de partida este sencillo pensamiento puedo decir que hasta este momento en nuestra formación como psicólogo del deporte no he localizado un conocimiento sistematizado propio de nuestra rama. Al parecer incorporamos métodos, estilos y corrientes de nuestra madre científica la psicología clínica y hacemos un hibrido frankensteinista que hace lo que su origen viciado le permite torpemente hacer. 

2.- FUNDAMENTOS EPISTEMOLÓGICOS DE LA PSICOLOGÍA DEL DEPORTE

Es evidente, observa Bertrand Russell que para que una comunidad científica sea considerada buena, no sólo es preciso aumentar el conocimiento, sino también, con él, la sabiduría. Se puede decir que la sabiduría de la psicología del deporte debe proporcionar una concepción justa de los fines propios y por lo tanto de un uso adecuado de la ciencia misma. Esto es algo que la psicología del deporte en este momento no puede garantizar. Así pues, el aumento de la psicología del deporte no basta para garantizar ningún progreso genuino, aunque se vea que estamos como una ciencia en boga.

Al dirigir nuestra atención al "progreso" de la psicología del deporte, esta objeción de un paradigma se agrava todavía más. "Conceptos tales como "ley", "experimento", "control", etc., no significan lo mismo en nuestra profesión"[2]. Por tanto el término "científico" no se puede utilizar con el mismo sentido a la percepción, al rendimiento, al deporte, a la motivación, a la actividad o a fenómenos relevantes en los dominios de la actividad física. Hacerlo equivale a usar una metáfora con todas las consecuencias epistemológicas que ello trae.

El agotamiento actual del paradigma como ciencia de la psicología del deporte radica no sólo en su inconsistencia interna, epistemológica, sino, sobre todo, en su propia incapacidad para dar respuestas y explicaciones adecuadas e intelectuales y que rebasen a la propia competencia deportiva o que vallan más allá de la misma. Y esta incapacidad hace una psicología del deporte con pronóstico de esterilidad y pobreza científica, provocando con ello un avance de la tecnología de la psicología del deporte, pero no de los verdaderos conocimientos que necesitamos para avanzar en esta hermosa profesión.

3.- TELEOLOGÍA DE LA PSICOLOGÍA DEL DEPORTE

Su definición de teleología es: "Doctrina de las causas finales". Los escolásticos sentaron el principio de que quid quid fit, propter finem fit = "todo lo que se hace, se hace con algún fin". Y Aristóteles, más conciso aún, encerró su doctrina teleológica en dos palabras: ouden mathn udén máten) =

Esta teleología de la psicología del deporte valdrá para la acción de todos aquellos que realizan "investigación" en la psicología del deporte. El "investigador" realiza acciones y lo que hace, lo hace porque lo considera un "avance" para nuestra rama científica, por si no lo considera así, no lo haría. Pero ocurre que la mayoría de investigaciones que sólo son "medios" para lograr "otros medios": investigar para obtener dinero, o buscar "hacer ciencia" inventando un aparato que mida las emociones" para incorporarme a una plaza con mayor prestigio.

En la psicología del deporte debemos admitir que hace falta una capacidad científica que tenga un fin último que dé sentido a todos los demás fines y medios tecnológicos y científicos que podamos realizar, sin un fin último todos las "investigaciones" y formas "científicas" carecen de sentido y nuestra rama quedaría solamente como una ciencia auxiliar del deporte y no como fue concebida como ciencia aplicada. Para Aristóteles la teleología debe cumplir dos objetivos: debe ser la finalidad "Nada en vano". Y Santo Tomás de Aquino, dice:

             Pero debemos admitir que todos nuestros actos deben tener un fin último que de sentido a todos los demás fines y medios que podamos buscar, sin un fin último la serie carecería de sentido, hay una serie de medios a la que le faltaría el fin, aquello que otorga sentido a los medios.

Aristóteles señala dos características de este bien último o supremo. En primer lugar debe ser final (algo que investiguemos y que sea válido por sí mismo y no por nosotros). En segundo lugar tiene que ser algo que se baste a sí mismo. Este bien se podrá mencionar que es un salto cualitativo de la ciencia de la psicología del deporte para que el deporte y psicología estén al mismo nivel (ya no como ciencia aplicada, sino como ciencia con-ciencia y no la psicología esté atrás del deporte, como ciencia auxiliar.

"Los planteamientos epistemológicos están dados en función del análisis de la experiencia en términos de sujeto y objeto. La fertilidad de este análisis, aparte de su significación pragmática, es indiscutible, puesto que desde sus coordenadas se organizan los métodos de la fisiología y de la psicología de la percepción. Sólo que tanto la fisiología, como la psicología de la percepción, siendo ciencias cerradas, presuponen ya dados (en la experiencia adulta definida en un determinado nivel cultural) los objetos que ellas mismas tratan de reconstruir: ese árbol, o la Luna"[3]. Mientras que la problemática de la psicología del deporte, en cambio, se refiere al tipo de realidad que pueda corresponder a los objetos dados mismos. Y estos objetos no se circunscriben, en modo alguno, a aquellos contenidos que constituyen el campo de la Psicología general o psicología tecnológica, ni mucho menos pragmática, puesto que entre los objetos hay que hacer figurar, cada vez en mayor número, a los «objetos» introducidos por las ciencias modernas. Por consiguiente, la problemática «epistemológica» ha de considerarse envolviendo a la teoría de la ciencia del deporte. Y esto se deduce simplemente del hecho de que las ciencias mismas (sobre todo, la ciencia moderna, a través de los nuevos paradigmas, y no de los nuevos aparatos o metodologías positivistas encaminadas a soluciones trilladas de la problemática mental del deporte que data de los inicios de nuestra rama) contribuyen masivamente a los procesos de constitución de los objetos del mundo y de su estructura. Dicho de otro modo: "el «mundo» no puede considerarse como una realidad «perfecta» que estuviese dada previamente a la constitución de las ciencias, una realidad que hubiera ya estado presente, en lo fundamental, al conocimiento de los hombres del Paleolítico o de la Edad de Hierro. Por el contrario, el mundo heredado, en las diversas culturas, visto desde la ciencia del presente, es un mundo «infecto», no terminado"[4]. La psicología del deporte, aun partiendo necesariamente de los lineamientos «arcaicos» que nosotros mismos nos hemos encargado de no modificarlos, contribuyen en este momento de manera tibia a desarrollarlo y, damos también por supuesto que la disyuntiva científica, y el dilema consecutivo, entre el realismo y el idealismo que hasta el momento se ha trabajo dependen del análisis de la experiencia en términos de sujeto y de objeto y hasta ahí nos quedamos sin proporcionar sabiduría y nuevos paradigmas . Pues la experiencia, así analizada, comporta, por un lado, la organización apotética y discreta de los objetos constitutivos del mundo del deporte (motivación, percepción, toma de decisiones y más temas que desde hace 40 años sigue revisando la psicología del deporte) y, por otro lado, la necesidad (postulada contra cualquier pretensión «mágica» de acción a distancia, por lo tanto: "El «empirismo», desde esta perspectiva, se nos impone como una exigencia ontológico-causal, antes que como una premisa epistemológica"[5]. De donde la distinción entre un objeto-en-el-sujeto (objeto intencional, objeto de conocimiento, re-presentación) y un objeto-fuera-del-sujeto (objeto real, objeto conocido, presencia absoluta de la cosa) pueda presentar nuevas formas de conocimiento para que arroje una sabiduría que fortalezca a nuestra ciencia.

Este supuesto, podemos afirmar que solamente disponemos de dos esquemas primarios utilizables para dar cuenta de los trabajos realizados en la psicología del deporte que son conexión entre las afecciones  (sensaciones) del sujeto y los objetos apotéticos que les correspondan: el esquema que considera a las sensaciones (al sujeto) -a los objetos intencionales, si se quiere- como determinados (con-formados) por objetos preexistentes (esquema encarnado en la metáfora óptica del espejo: el ojo refleja los objetos exteriores, según Aristóteles, y el entendimiento es el ojo del alma) o bien el esquema que considera a los objetos apotéticos como determinados (con-formados) por las sensaciones (esquema encarnado en la metáfora óptica de la proyección del fuego del ojo, que recorta la sombra de sus formas interiores en el exterior, usada por pitagóricos y platónicos). El primer esquema es el núcleo del realismo (con sus variantes: espejo plano, cóncavo, quebrado...); el segundo es el núcleo del idealismo (con sus variantes: idealismo material, idealismo subjetivo, idealismo trascendental). El idealismo, por ello, está muy cerca del acosmismo y aun del nihilismo (de hecho, la palabra «nihilismo» fue acuñada por Hamilton para «diagnosticar» el empirismo escéptico de Hume).

Estos dos esquemas que desde nuestro punto de vista utiliza la psicología del deporte para crear la "ciencia", antes que respuestas, son el principio de círculos paradigmáticos, prácticamente insolubles. El positivismo tecnológico, en efecto, equivale a un desdoblamiento del mundo (objeto conocido/objeto de conocimiento) y, por tanto, al planteamiento del problema de la trascendencia del conocimiento del mundo exterior pero nada de sabiduría: « ¿cómo puedo pasar de mis sensaciones (inmanentes a mi subjetividad corpórea) al mundo apotético trascendente, que permanece fuera de mi?» Berkeley, mediante una ejemplificación geométrica de la cuestión (en términos de puntos y líneas), formulaba con toda su fuerza el problema de la sabiduría científica en su ensayo sobre una T: «Todo el mundo conviene, creo yo, que la distancia no puede ser vista por sí misma y directamente. La distancia, en efecto, siendo una línea dirigida derechamente al ojo, tan solo proyecta un punto en el fondo del mismo». Es así que hasta el momento los trabajos de psicología del deporte  han proyectado el mismo punto con pocas variantes, dando con ello una historia psicología de la actividad física con poco sustento científico.  Esto abre otro aspecto que puede considerarse como consecuencia de la «problemática» de la epistemología de la psicología del deporte, a saber, cabría dar cuenta de la independencia que los objetos muestran respecto de la investigación proyectante (los fenómenos se imponen, incluso como dados fuera de la investigación psicológica, en un período  que hoy vive la psicología de nuestra especialización. Ahora bien, el enfoque asistencial - tecnológico positivista hace que se «constituyan» y «proyecten» aspectos como los ya mencionados (motivación, toma de decisiones, manejo de estrés, etc.; etc.  Que piden una emancipación e hipóstasis mucho más enérgica de la que se necesita para dar cuenta de la percepción ordinaria pre científica de nuestro entorno actual. Puestas así las cosas cabe afirmar que los intentos de «superar» las dos vías antes mencionadas, manteniéndose en el mismo marco binario [S/O] de análisis que determina estas dos opciones, sólo pueden tener lugar a título de variantes de una «síntesis por yuxtaposición» del realismo y del idealismo. Pero la síntesis de los dos miembros del dilema no lo desborda: la «síntesis del dilema» queda aprisionada por sus tenazas

Por nuestra parte reconocemos, desde luego, la necesidad de volver una y otra vez al análisis de la experiencia dentro del marco binario [S/O], pero constatamos también la necesidad de desbordar paradigmáticamente el dilema en el cual el marco binario nos encierra. A este efecto hemos propuesto un marco para el análisis de la experiencia tal en el que el análisis binario, sin ser ignorado, pueda constituirse «reabsorbido», a saber, un marco que sustituya las relaciones binarias por una propuesta teleológicas - ontológicas, deontológicas y paradigmáticas. Desde la perspectiva de este nuevo marco de análisis cabría decir que, evitando todo tipo de realismo adecuacionista, podemos alcanzar las posiciones propias de una concepción  de ciencia actuante de las relaciones entre el «ser» y el «conocer».

 

 


[1] Duchsmark; Albert. LA CIENCIA Y SU PENSAR. Pp. 78 Ed. Kapeluz. Colombia 2006

[2] Dominguez; Arturo. PSICOLOGIA Y EXPERIMENTACION. P. 45. Ed. Edimusa. Mexico 2007

[3] Dominguez; Arturo P. 52 Opus Cit.

[4] Varios. PARADIGMAS Y ENIGMAS DE LA CIENCIA.  Pp. 221- 222 Ed. Herder. Madrid 2001

[5] Zavalza; Francisco. LA PSICOLOGIA Y SU RELACION CON LA EPISTEMOLOGIA. Pp. 134 - 135 . Ed. Herder. Madrid 1989

Ensayo sobre Psicología del Deporte de Manuel Gustavo Zepeda

Ensayo sobre Psicología del Deporte de Manuel Gustavo Zepeda

El trabajo que se expone a continuación fue desarrollado por Gustavo Manuel Zepeda Gómez. Constituye un ensayo realizado por el autor donde enfatiza sus ideas sobre el devenir de la Psicología del Deporte y lo coloco aquí en la Bitácora con la posibilidad de que permita la polémica y el contrapunteo, lo que desde luego nos va a enriquecer a todos.

El Master Zepeda Gómez tiene una amplia bibliografía en Psicología del Deporte, aquí solo menciono brevemente algunos de sus trabajos.

Estado actual de la Psicología del Deporte en México. Manuel Gustavo Zepeda Gómez. Número 1, 1 de Julio de 2000 ISSN: 1576-527X

Ha editado libros electrónicos gratis en Lictor.  El documento, elaborado Zepeda Gómez, está confeccionado especialmente para directores técnicos de fútbol. 2001

http://www.lictor.com/revista/index.php3?articulo=25

"Programa de Entrenamiento Mental para el Rendimiento Deportivo en el Centro Psicológico del Deporte" publicado en http://psicodeporte.net/articulos/zepeda.html  

En el I Congreso de la Sociedad Iberoamericana de Psicología del Deporte en Guadalajara en el 2007 presento:

Variables de rendimiento mental en luchadores profesionales del consejo mundial de lucha libre. Mtro. Gustavo Manuel Zepeda  Gómez (México)

Compitió en el Proyecto de consolidacion, fortalecimiento y presencia en el mundo de la SIPD, obteniendoel primer lugar de este concurso auspiciado por SIPD e ITESO.

http://www.efsi.iteso.mx/congresoPsicologia/portugues/programaCongreso.html

Es miembro de la planta académica del Master en Psicología de la Actividad Física y el Deporte es un programa de Especialidad impartido por la Universidad Autónoma de Madrid, en el campus del ITESO de Guadalajara, México.

Saludos

García Ucha

Leis Antidoping libro de Alberto Puga

Leis Antidoping libro de Alberto Puga

 

Tema de tremenda actualidad en el deporte de alto rendimiento. En todos sus grados de participación desde la iniciación deportiva hasta la competencia olímpica.

El libro desarrollado por el profesor y amigo Alberto Puga. Abogado. Profesor de la Universidad de Manaus en Brasil y de la Universidad de Porto en Portugal.

Con un extenso currículo y actividades en este tema.

El libro editado en 2008 por Edipro, se puede encontrar más información en www.edipro.com.br.

Posee cuatro partes: Comentarios. Convención de la UNESCO, Código mundial y Lista prohibida. Tiene 174 páginas.

Albero Puga, te felicito. Leído en dos ocasiones, merece aun por su importancia una tercera oportunidad. Hay cuestiones que debemos de tener en cuenta todos los que estamos de una forma u otra implicados en los valores del deporte y en contra del dopaje. Por su falsedad y por los riesgos para la salud  el deportista.

Saludos cordiales.

García Ucha

Alexander García Mas estará en el 2do Congreso de SIPD del 2008.

Alexander García Mas estará en el 2do Congreso de SIPD del 2008.

El Prof. Alexander García Mas estará con nosotros en el 2do Congreso de SIPD. Hace a penas unos días este amigo especial por su fortaleza, constancia  y seriedad en el trabajo estuvo en el VI Congreso Hispano-Luso de Psicología del Deporte en Cáceres, donde impartió una conferencia: "Dinámica interna de equipos especiales con actividad física, de la Formula I a los paseos espaciales" y en una mesa redonda sobre las investigaciones en Psicología del Deporte.

Psicólogo. Doctor en Psicología. Profesor de Psicología del Deporte UIB. Subdirector de la Revista Española de Psicología del Deporte.

Fue psicólogo del Real Mallorca en las temporadas 1992-1994. Ha publicado el ensayo de divulgación La mente del viajero y una biografía de Ignasi Valentí. En 1999 ganó el certamen de relatos convocado por DIARIO de MALLORCA, con su relato "El Matador Imperfecto".

Autor de:"Análisis psicológico del equipo deportivo. Las bases del entrenamiento psicológico". En J. Cruz Psicología del Deporte. Madrid síntesis. 1997. y "La Psicología del fútbol". En J. Dosil editor. "El Psicólogo del Deporte: asesoramiento e intervención" por la Editorial Síntesis. Madrid. P 101 - 131. 2002.

Se dedica a la investigación de los trastornos del dormir del deportista. Su producción científica se entronca además en el tema de los equipos deportivos, la cooperación y la colaboración, de igual modo temas relacionados con la motivación del deportista y otros.

Cualquiera pensaría que su ambiente natural esta en la hermosa Isla de Mallorca, único lugar donde los moros construyeron un castillos de murallas de pared redonda. Sin embargo, no es así, viajero incansable aparece García Mas en cualquier Universidad de Latinoamérica como profesor, asistente, investigador, colaborador y amigo.

En Santiago de Chile, en la Facultad de Ciencias Humanas y Educación de la Universidad Diego Portales y Fundación ASCIENDE, institución orientada al desarrollo y promoción de las ciencias del deporte ha impulsado como co- director junto a la directora Alicia Romero, el Diplomado Internacional en Psicología del Deporte, en alianza con la Universitat de les Illes Balears, España, (UIB), y Fundación Universidad Empresa de las Illes Balears, España, (FUE),

En una entrevista que le realizara Rodrigo Cauas, hace unos años se destaca su labor como Profesor en las Maestrías en PAFE de la UNED, UAB y Universidad de Sevilla (España); y en el Diplomado en PAFE de ISPA (Lisboa, Portugal); profesor de la Maestría en Periodismo Deportivo de la Universidad Europea de Madrid y Eurosport (España).

Director de servicios psicológicos en la Universiada de Palma de Mallorca en 1999, además de trabajar en distintos equipos de vela, fútbol y baloncesto. Asimismo, es el responsable del área psicológica del Comité Balear de Árbitros de Fútbol de la Federación Balear de Fútbol.

Corresponde por toda esta entrega y devoción realizar un reconocimiento al Prof. Dr. Alexander García Mas, quien durante décadas viene realizando una labor modesta, optimista, germinal y productiva en la Psicología del Deporte.

Su esfuerzo fructifico junto a sus colaboradores y otras personalidades a la más elevada certificación de la Revista Española de Psicología del Deporte, recientemente indexada en ISI-Thomson.

En Torrelavega donde estrechare la mano del amigo Retomaremos los temas que quedaron pendiente en mi visita hace una década en Mallorca, las que no finalizamos tampoco tras un partido de fútbol en Santiago de Chile hace menos tiempo, asimismo en Buenos Aires en el 2004 y ante en su visita a mis predios.

Coordinará en Torrelavega, un Simposio el sábado 8 de noviembre a las 9h.-11h. Aula 2: Las Publicaciones en Psicología del Deporte.

Estaré en la misma hora en otro Simposio en el Aula 4: Novedades en la Evaluación y Entrenamiento del Nivel de Activación Precompetitivo y Competitivo. Coordinado por: Ricardo de la Vega, y desde mi lugar, paradójicamente escucharé su exposición.